sexta-feira, 19 de agosto de 2016

The Five Friday #83

As 5 boas da semana:

#1- Estou me esforçando pra realizar as tarefas da Oficina de Oração e Vida, que são diárias (é um pouquinho difícil criar o hábito, mas é para meu próprio bem);
#2- Meu marido e eu terminamos de assistir o anime Magi: The Labyrinth of Magic que é a primeira temporada, e eu estou adorando, é bem diferente de tudo que eu já vi;


#3- Estou aprendendo a jogar Pokemon Go e já digo que há muito sensacionalismo, por causa desse jogo, na minha opinião o jogo é divertido e faz a gente se mexer pra poder capturar os pokemons (eu sou big sedentária e só pego os pokemons nos lugares que eu frequento, que não são muitos, e já sei que vou evoluir bem devagar neste jogo). Fiquei bem feliz de conseguir pegar os pokemons pela cidade com o carro ou onibus em movimento;
#4- Ontem, participei do curso de culinária da Cozinha Dona Helena do Angeloni, sobre culinária mexicana, que foi maravilhoso! E nem preciso dizer que estava super gostoso, né? Até experimentei guacamole que é feito com abacate, sendo que nunca tive coragem de comer essa fruta;


#5- Falando em comida, sábado, meu marido e eu comemos fondue; e domingo foi o Dia dos Pais, dividimos o dia entre passar o almoço com minha família e final da tarde com a família do maridão, e claro rolou muita comida boa!!!

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Diário de Casamento #5

No começo, queríamos gastar até dez à quinze mil reais (dividiríamos entre meus pais e nós e ficaria bem light pra cada um). Mas acabou aumentando isso, pois minha irmã começou a falar que ia ficar com cara de aniversário ao invés de casamento. A princípio fiquei chateada e irritada. Mas ainda bem que as coisas passam.
O que nos resta era tentar economizar o máximo que podíamos com as outras coisas. Talvez com decoração, convite, sapato (estava pensando em usar um sapato que eu tenho, mas no fim não combinou com a cor do vestido, que era branco envelhecido, vulgo begezinho e tive que comprar um sapato novo, mas ainda bem que só encontrei o sapato da cor do meu vestido numa loja bem em conta e com sapatos de qualidade, de marca), maquiagem (não farei o dia da noiva), penteado (talvez eu mesma faça, porque meu cabelo está curto e não sei se tem muito o que fazer de penteados e eu não quero colocar megahair), noivinhos (topo de bolo), bolo e docinhos.
Escolhemos um local que fosse num estilo mais rústico (e barato também!), mas não deixamos de consultar nossa cerimonialista pra ver se nossa escolha era boa e se o local tinha boas referências. Tinha muito boas referências, principalmente de comida e atendimento.
Ninguém queria, apenas eu, a filmagem do casamento e da festa. Então, optei pelo serviço mais barato e por incrível que pareça foi o mais indicado por muitas pessoas (desde cerimonialista, amigos e outros fornecedores), ou seja, é barato, mas é de qualidade.
Então, optamos por tentar não passar dos vinte e cinco mil. Mas foi difícil pra caramba!

Mais detalhes nas próximas postagens...

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

The Five Friday #82

As 5 boas da semana:

#1- Voltei a escrever postagens pro blog, depois de muito tempo sem postar (estou escrevendo-as e preparando-as para postagem, logo logo muitas novidades);
#2- Esta semana comecei a oficina de Oração e Vida (serão 15 encontros);
#3- Estou fazendo a Formação do INAPF (Instituto Nacional da Família e da Pastoral Familiar) desde abril e este mês entraremos na etapa  final, está sendo muito enriquecedor pra mim, para que eu possa criar minha nova família com a base nos princípios cristãos;
#4- Ontem fiz curso de Cupcake (uma delícia!);



#5- Últimos preparativos pro casamento da minha irmã que será amanhã.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

The Five Friday #81

As 5 boas das últimas semanas:

#1- Xuxu e eu vimos o VI episódio de Star Wars (agora só falta o episódio novo que saiu no cinema este ano);
#2- Está uma loucura estas últimas semanas;
#3- Ganhamos e compramos chocolate e eu nem tenho podido comer (Que triste! Pelo menos esta semana);
#4- Estive fora esta semana, em Floripa, resolvendo minha vida profissional e financeira, fiquei hospedada na casa de minha tia;
#5- Cheguei em casa e meu marido havia resolvido algumas tarefas pendentes como furar a parede do nosso quarto e pendurado nosso quadro com nossa foto em cima da cama e nosso plano de telefonia (agora temos além de internet, tv a cabo!!! Como era novidade fiquei meio vidrada na tv, esquecendo-me de minhas obrigações, mas até que dei conta de fazer muita coisa em pouco tempo!).

sexta-feira, 18 de março de 2016

The Five Friday #80

Como faz um tempo que eu não posto nada e gostaria de compartilhar algumas coisas bacanas que rolaram ultimamente, vou colocar aqui as 5 boas do mês e as 5 da semana.

As 5 boas do mês:


#1- Xuxu e eu terminamos de assistir a quinta temporada de Game of Thrones;


#2- Xuxu e eu terminamos de assistir a primeira temporada do anime High School of the Dead (e apesar de detestar zumbies e ter muitos pesadelos com eles, estou adorando o anime);
#3- Aprendi a fazer um fricassè diferente da receita da minha irmã e ficou bem gostoso, outro dia faço a receita que ela faz que nossa avó a ensinou;
#4- Aprendi a fazer strogonoff que ficou uma delícia!!! Fiquei de cara comigo mesma;
#5- Comprei um celular novo para poder fotografar meus produtos, assim eu posso publicar de forma mais rápida nas mídias socias (pra quem quiser conferir: Crica Rosa).
 As 5 boas da semana:


#1- Xuxu e eu começamos a assistir os episódios de Star Wars, já assistimos os episódios IV, V e I, e neste final de semana assistiremos os episódios II e III, para no feriadão de Páscoa assistirmos o VI (não, ainda não vimos o novo Star Wars, que saiu no cinema recentemente);


#2- Xuxu e eu começamos a assistir o anime Rosario + Vampire (que apesar das safadesas dos japoneses, o desenho em si é bem legal!);
#3- Estou conseguindo me organizar no meu trabalho em casa (apesar de requerer muita disciplina, que eu nunca tive muita);
#4- Aprendi a fazer umas comidinhas diferentes, como: strogonoff de frango e fricassê. E o mais legal de tudo é que aprendi a fazer frango desfiado na panela de pressão, além de fazer beterraba na mesma (só sabia fazer no microondas);
#5- Fica a dica de um texto bem interessante sobre relacionamentos duradouros, "Relações de Sucesso?".

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

The Five Friday #79

As 5 boas da semana:

#1- Começamos, xuxu e eu o projeto #SAÚDE que consiste em comer coisas saudáveis e fazer caminhadas 3 vezes por semana;
#2- Xuxu e eu terminamos de pintar o segundo quarto e o corredorzinho (assim poderemos organizar melhor as coisas aqui no apê, até então, estava uma bagunça);
#3- Fiz, finalmente, paleta mexicana de morango com leite condensado (só não sei se ficou bom, vamos descobrir amanhã);
#4- As coisas da casa já estou conseguindo organizar e entrar na rotina, só falta agora conseguir organizar as coisas e entrar na rotina do trabalho;
#5- Comecei a dar aulas de costura à minha irmã. Que Deus me ajude e me dê muita sabedoria!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

The Five Friday #78

As 5 boas da semana:

#1- Deus é tão incrível e maravilhoso e perfeito! Estava eu com vontade de fazer algum tipo de trabalho voluntário. Havia cogitado a possibilidade de ajudar os animais, estava vendo entidades aqui na minha cidade (Abrigo Animal, Frada, Guapecas) e quando eu fiquei insegura de procurar estas entidades, surgiu uma pessoa que eu não conhecia que sugeriu que eu vendesse nas feiras que eles fazem, meus produtos (minhas lindas bonecas!), assim eu vendo e doou 20% das vendas pra eles. É ou não é uma forma de ajudar?;
#2- Ontem e hoje estou fazendo o curso online e gratuito de "Consultoria de Moda para Todos" na Eduk;
#3- Já está comprado uma parte do presente de aniversário para minha cunhadinha que faz aniversário daqui 1 semana e 4 dias;
#4- Fazer faxina na sexta-feira com o marido, não tem preço! E foi bem rapidinho;
#5- Amanhã, xuxu e eu, fazemos 3 anos e 4 meses juntos.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Olhar adulto x Olhar de criança

Faz bastante tempo que não dou as caras por aqui. Pois é... Minha vida mudou e eu ainda não me acostumei com a rotina. Aliás, ainda não consegui criar uma rotina. Está tudo bem atropelado. Mas, fiz uma pequena pausa pra ler um e-mail que me levou a procurar uma crônica chamada "Olhar Adulto" de Rubem Alves, que posto para vocês a seguir. Espero que gostem e que como eu, reflitam.

O olhar adulto
Rubem Alves

Foi ele mesmo que me contou, como confissão de cegueira, dando depois permissão para que eu relatasse o milagre desde que não revelasse o santo. Médico, chegou a seu consultório com seus olhos perfeitos e a cabeça cheia de pensamentos.
Eram pensamentos graves, cirurgias, hospitais, e os doentes o aguardavam na sala de espera. Entrou o primeiro paciente que se submeteu mansamente à apalpação médica. Terminada a consulta, escrita a receita, no ato de despedida ele fez um elogio: “Doutor, que lindas são as orquídeas na sua sala de espera!”.
Meu amigo sorriu embaraçado, com vergonha de dizer que não havia notado orquídea alguma na sala de espera e que, portanto, nada sabia da beleza que o doente notara. Teve vergonha de revelar sua cegueira. Entrou o segundo paciente. Ao final da consulta, sem conseguir conter o que sentia, observou: “São maravilhosas as orquídeas na sua sala de espera, doutor!”. Novamente o sorriso amarelo, sem poder dizer o que não sabia sobre as orquídeas que não havia visto.
Veio o terceiro paciente e a coisa se repetiu do mesmo jeito. Aí o doutor deu uma desculpa, saiu da sala, e foi ver as orquídeas que o jardineiro colocara na sala de espera. Era, de fato, lindas. Mas aí veio o agravante, pois o paciente, não satisfeito com a humilhação imposta ao doutor cego, observou que, na semana anterior, a árvore dentro da sala de consulta, plantada num vaso imenso, num canto, não era a mesma que ali estava, naquele dia. Mas o doutor cego de olhos perfeitos não notara a presença da árvore naquele dia nem a presença da árvore na semana anterior...
Ah! Você se espanta que tal cegueira possa existir! Mas eu lhe garanto que é assim que funcionam os olhos dos adultos em geral.
Lá vão pelo caminho a mãe e a criança, que vai sendo arrastada pelo braço – segurar pelo braço é mais eficiente que segurar pela mão. Vão os dois pelo mesmo caminho, mas não vão pelo mesmo caminho. Blake dizia que a árvore que o tolo vê não é a mesma árvore que o sábio vê. Pois eu digo que o caminho por que anda a mãe não é o mesmo caminho por que anda a criança.
Os olhos da criança vão como borboletas, pulando de coisa em coisa, para cima, para baixo, para os lados, é uma casca de cigarra num tronco de árvore, quer parar para pegar, a mãe lhe dá um puxão, a criança continua, logo adiante vê o curiosíssimo espetáculo de dois cachorrinhos num estranho brinquedo, um cavalgando o outro, quer que a mãe veja, com certeza ela vai achar divertido, mas ela, ao invés de rir, fica brava e dá um puxão mais forte, aí a criança vê uma mosca azul flutuando inexplicavelmente no ar, que coisa mais estranha, que cor mais bonita, tenta pegar a mosca, mas ela foge, seus olhos batem então numa amêndoa no chão e a criança vira jogador de futebol, vai chutando a amêndoa, depois é uma vagem seca de flamboyant pedindo para ser chacoalhada, assim vai a criança, à procura dos que moram em todos os caminhos, que divertido é andar, pena que a mãe não saiba andar por não ter olhos que saibam brincar, ela tem muita pressa, é preciso chegar, há coisas urgentes a fazer, seu pensamento está nas obrigações de dona de casa, por isso vai dando safanões nervosos na criança, se ela conseguisse ver e brincar com os brinquedos que moram no caminho, ela não precisaria fazer análise...
A mãe caminha com passos resolutos, adulto, de quem sabe o que quer, olhando para frente e para o chão. Olhando para o chão, ela procura pedras no meio do caminho, não por amor ao Drummond, mas para não dar topadas, e procura também as poças d’água, não porque tenha se comovido com o lindo desenho do Escher, de nome Poça d’água , uma poça de água suja na qual se refletem o céu azul e os ramos verdes dos pinheiros, ela procura as poças para não sujar o sapato. A pedra do Drummond e a poça d’água suja do Escher os adultos não vêem, só as crianças e os artistas...
A mãe não nasceu assim. Pequenina, seus olhos eram iguais aos olhos do filho que ela arrasta agora. Eram olhos vagabundos, brincalhões, que olham as coisas para brincar com elas. As coisas vistas são gostosas, para ser brincadas. E é por isso que os nenezinhos têm este estranho costume de botar na boca tudo o que vêem, dizendo que tudo é gostoso, tudo é para ser comido, tudo é para ser colocado dentro do corpo. O que os olhos desejam é realmente comer o que vêem. Assim dizia Neruda, que confessava ser capaz de comer as montanhas e beber os mares. Os olhos nascem brincalhões e vagabundos – vêem pelo puro prazer de ver, coisa que, vez por outra, aparece ainda nos adultos no prazer de ver figuras.
Mas aí a mãe foi sendo educada, numa caminhada igual a essa, sua mãe também a arrastava pelo braço, e quando ela tropeçava numa pedra ou pisava numa poça d’água, porque seus olhos estavam vagabundeando por moscas azuis e cachorros sem-vergonha, sua mãe lhe dava um safanão e dizia: “Olha pra frente, menina!”.
“Olha pra frente!”. Assim são os olhos adultos. Olhos não são brinquedos, são limpatrilhos. Servem para abrir caminhos na direção do que se deve fazer. Assim eram os olhos daquela minha amiga que os usava para cortar cebola sem cortar o dedo, até que, um dia, o olho que mora dentro dos seus olhos se abriu e ela viu a beleza maravilhosa do vitral translúcido que mora nas rodelas de todas as cebolas, e ela tanto se espantou com o que via que pensou que estava ficando louca...
Coitados dos adultos! Arrancaram os olhos vagabundos e brincalhões de crianças e os substituíram por olhos ferramentas de trabalho, limpa-trilhos. Assim, eram os olhos daquele meu amigo médico: não viam nem as orquídeas nem as árvores que estavam dentro do seu consultório. Seus olhos eram escravos do dever. E ele não percebia que as coisas ao seu redor eram brinquedos que pediam aos seus olhos: “Brinquem comigo! É tão divertido! Se vocês brincarem comigo, eu ficarei feliz, e vocês ficarão felizes...”

*Fonte: Rubem Alves. O olhar adulto (A festa de Maria). São Paulo: Campinas, 1999, pág. 12-14.

Uma ótima noite!