terça-feira, 31 de março de 2015

A moda do mundo

A moda do mundo
por Carina Freitas da Rosa

Quando as pessoas ouvem a palavra moda, a primeira coisa que lhes vêm à cabeça é: roupas, sapatos, bolsas... Peraí, moda não é somente isso! Falar de moda envolve não só os aspectos físicos, mas também psicológicos, como: comportamento, atitude, opinião, personalidade. Por isso que os profissionais de moda, normalmente estão antenados em assuntos que envolvam não apenas vestuário ou cosméticos.
Moda é arte, cultura, marketing, design, meio ambiente, e muito mais. É o que acontece no mundo. Um exemplo disso são os países asiáticos que são fortes concorrentes no mercado de moda, pois apresentam matérias-primas (tecidos sintéticos) e mão de obra mais baratas que interferem na comercialização mundial.
Assim, no mundo da moda, é preciso estar antenado a tudo. Porque não é a moda que lança tendência, é a percepção do mundo que vira tendência e se faz moda.

Publicada em 12 de Junho de 2012,
no blog Falar de Moda.
Foi com este texto que entrei pra equipe.

See you!

sexta-feira, 27 de março de 2015

The Five Friday #62

Nooossa! Estava tão ocupada esta semana que esqueci completamente do The Five Friday! Pela primeira vez, depois de tanto tempo. Então, lá vai:

As 5 boas da semana:

#1- Participei do curso "Como criar um blog de sucesso" com Liliane Ferrari, que está me ajudando muito nesta hora de mudar um pouco a cara do blog e de manter um foco nos assuntos do blog;
#2- Estou meio atrapalha, mas tentando me organizar pra conciliar tudo. E o que seria tudo? Você me pergunta. Bom, na vida temos diversos papéis e eu estou tentando me organizar pra não deixar nenhum desses papéis de lado pra manter um equilíbrio em todas as áreas da minha vida;
#3- Participei dos cursos "Tortas Salgadas Clássicas e Contemporâneas" com Carole Crema e "Sono Infantil: como fazer criança dormir" (já aprendendo pra quando xuxu e eu tivermos nossos pimpolhos) com Sônia Sertório;
#4- Consertei 5 peças de roupa da minha irmã, falta ainda mais umas, mas semana que vem vou terminar;
#5- Neste final de semana tenho muitos compromissos, vamos ver se consigo cumprir todos.

Até a próxima!

quinta-feira, 26 de março de 2015

Acontece em Joinville #1

Eu gosto de saber o que anda acontecendo em minha cidade, principalmente eventos gratuitos ou culturais. Claro, que nem sempre eu consigo ir em tudo o que me interesso, mas é legal compartilhar, sempre tem alguém interessado e que não sabe o que inventar durante a semana ou final de semana.

Nesta semana ainda tem Verão Teatral em Joinville, mas é só até este final de semana, vejam só:

Eu já vi essa peça e posso afirmar que é muito boa!
Super divertida, riquíssima em histórias de vida é TUDO DE BOM!

Esta peça eu não vi, mas #ficaadica!

Esta peça eu também não vi, mas #ficaadica!

APROVEITEM para se divertir e prestigiar os atores joinvillenses!

Ah! E não posso deixar de falar, que neste final de semana (sexta, sábado e domingo), haverá no Teatro Juarez Machado a peça IMPROVÁVEL!!! No dia 27/03 (sexta) terá uma sessão às 19h e outra às 21h, no sábado (28/03) também nos mesmos horários (uma sessão às 19h e outra às 21h) e no domingo (29/03) às sessões serão às 18h e às 20h. O valor é meio salgadinho R$60,00 a inteira (contendo meia-entrada para estudantes e idosos), mas quem puder e quiser conferir é muito bom! Eu os vi apenas na internet já faz um tempo, eles possuem uma página no youtube, e é fantástico o trabalho deles!


E além das peças teatrais, neste final de semana há algumas coisas interessantes na cidade (coisas que eu nem sabia que existia!). Confira:

  • 3ª Caminhada da Saúde, neste sábado (28/03) às 9h, organizada pela Team Nogueira. A caminhada terá 2 percursos. O primeiro será a tradicional volta ao quarteirão da academia da família, passando pela rua do Lazer, com ponto de saída e chegada na Team Nogueira. O segundo percurso é para quem quer realmente se desafiar, a saída também será na academia, seguindo pro morro do mirante (subindo ele) e voltando ao ponto de partida. E é gratuito!
  • Festa do Palmito Cultivado (nem sabia que existia isso!!!), nestes sábado e domingo (28 e 29/03) às 9h30 na Sociedade Rio da Prata que fica na Rodovia SC 418 - Km 7 (Estrada Dona Francisca). Entrada gratuita!
  • Feira do Floresta na Praça Tiradentes, neste sábado (28/03) às 12h, é uma feira de artesanato e gastronomia. Aproveite! A entrada é gratuita! (super interessante pra quem mora na região!!!)
Bom divertimento à todos nós!

Até a próxima!

quarta-feira, 25 de março de 2015

Equilíbrio e Resultado - Christian Barbosa


Christian Barbosa tenta responder a um questionamento que nos fazemos sempre: "Por que não fazemos o que tem que ser feito?". Depois de muito estudo, Barbosa chegou a incríveis conclusões que são apresentadas no livro, assim como soluções para resolver esses empecilhos que ocorrem diariamente em nossa vida, principalmente agora com tanta tecnologia e excesso de informação para todos os lados e meios de comunicação.

Matriz da Vida por Christian Barbosa

Pensa num livro "técnico", mas super empolgante de se ler! Não só empolgante, mas é fácil e rápido de se ler e de compreender. E é um assunto do nosso dia a dia. Fora os exercícios que ele trás, também, pra você poder trazer mais equilíbrio e resultado em sua vida, onde você pode ir testando o que melhor se adapte a você. Às vezes, o exercício que ele passou não seja o ideal pra você, mas assim que o coloca em prática te dá um clique e você consegue criar seu próprio método que se adeque a sua rotina.


terça-feira, 24 de março de 2015

Mudanças no blog

Como tudo na vida muda, até mesmo nós, estou fazendo algumas alterações no blog, até finalmente achar que está do jeito que eu gostaria que estivesse.
Por enquanto, ainda não consegui pensar numa imagem melhor do que a que está no início da página. Mas ela será um dos itens a serem mudados, além das mudanças que já estão ocorrendo, que foram algumas, como: fundo, layout, cores, fonte das letras, gadgets, etc.
Eu já havia colocado a minha vontade de fazer essas mudanças e o curso da EduK "Como criar um blog de sucesso" com Liliane Ferrari me incentivou mais ainda. Então, espero que vocês gostem das mudanças tanto quanto eu.

See you!

Moda e meu preconceito

Antes de começa a publicar os textos que escrevi pro blog Falar de Moda. Quero discorrer um pouco mais sobre meu preconceito à moda, antes de fazer o curso.
Eu pensava que a moda era uma coisa fútil para patricinhas desmioladas que só pensavam na aparência física e em consumir, consumir, consumir. Ou seja, pensava que a moda trazia alguns problemas mentais como a compulsão por comprar e provocava a bulimia e a anorexia num padrão distorcido de beleza. Fora o trabalho escravo (que ainda acontece, por causa da mão-de-obra barata nos países asiáticos).
Entrei na faculdade de design de moda, talvez mais pra me conhecer e tentar mudar um pouco os conceitos de moda. Tentar quebrar alguns padrões. Pra ser bem sincera nunca gostei muito de padrões. De ser igual aos outros. Meu vestido de formatura do terceirão foi a prova disso. Foi super diferente do habitual. Totalmente vintage, por ser da minha tia avó, irmã da minha avó materna, quando era jovem (este vestido é bem mais velho que eu!). Minha avó só teve que colocar as alças novamente (não me pergunte porque estava sem alça, pois não sei responder).

Vestido vintage xadrez verde com roxo.

Adoro coisas antigas. E esse negócio do antigo estar fora de moda e de que você não pode repetir roupa pra ir as festas é um conceito totalmente consumista. O que me irrita plenamente na moda. Se eu gosto de um vestido de festa, eu vou lá e uso esse vestido, mesmo que eu esteja repetindo a roupa. E não quero nem saber.
O que gosto na moda é mais a questão de personalidade. Eu quero, eu gosto, eu uso e repito se assim desejar.
Através da moda se pode contestar e fazer críticas, assim como nas artes. Aliás, moda, arte, design e arquitetura está tudo meio que interligado. E essa que é a beleza de tudo!

See you!

segunda-feira, 23 de março de 2015

5 coisas que eu odiava, mas agora amo!

No youtube descobri uma blogueira muito legal chamada Karen Bachini, e eu vi um vídeo dela super interessante dela contando as 5 coisas que eu odiava, mas agora amo e eu achei o máximo pra poder ver o quanto evoluímos conforme o tempo vai passando, como ela mesma comentou no vídeo.

#1- Morango, acerola e brócolis. Por que somos tão teimosos quando criança e não experimentamos as coisas? Ou será que com o passar do tempo nosso paladar muda? Não sei, só sei que passei a amar comer morango e brócolis e apreciar o suco de acerola já que temos um pé de acerola que no verão fica super carregado.
#2- Moda. Eu tinha o maior preconceito com a moda e por incrível que pareça eu estudei Design com Habilitação em moda. A partir daí criei um novo conceito de moda e até criei o blog Preconmoda, que passei a integrá-lo aqui, desativando-o. Mas falarei mais sobre isso mais tarde.
#3- Maquiagem. Eu não sei se eu não gostava, porque eu não sabia me maquiar ou se era por medo principalmente de enfiar o lápis no olho ou porque achava um saco perder tempo com isso. Agora, pelo menos um lápis e um batom eu tento sempre passar. Mas ainda acho um saco perder tempo com isso, por isso fico no make mais básico do básico mesmo e deixo makes mais elaborados pra festas, porque, daí, dedico-me uma tarde inteira pra eu mesma fazer maquiagem, cabelo e unha.
#4- Cortar o cabelo. Meu cabelo era sagrado pra mim, como uma extensão do meu ser. Cada vez que eu queria cortar, no final sempre saia chorando. Não sei se é porque eu queria que cortassem de um jeito e sempre acabavam cortando de outro. Enfim, nas duas últimas vezes que eu cortei meu cabelo não chorei. Mas, eu disse "corta assim", cortaram e eu não sai chorando. Então, talvez, seja questão de me obedecerem quando eu quero fazer um determinado corte de cabelo.
#5- Músicas sertaneja e gaúcha. Graças ao meu noivo venho aprendendo a gostar (não amar!) desses dois gêneros musicais. Claro que tem sertanejo ruim e outro que é bom. Como Renato Teixeira que é tão bom que eu nem fazia ideia que era sertanejo, só agora depois de velha que soube! Paula Fernandes também é uma excelente cantora sertaneja.

E você? Quais são as 5 coisas que você odiava, mas agora ama?

See you!

sexta-feira, 20 de março de 2015

The Five Friday #61

As 5 boas da semana:

#1- Esta semana fiz o curso da EduK "Como criar uma marca de moda" com Mônica Penteado nos dias 17, 18 e 19 muito bacana com boas dicas;
#2- Terminei de ler o livro "Guia da Empreendedora Descolada" que comecei a ler em 2013 e o deixei de lado, retomando só agora a leitura;
#3- Minha irmã veio aqui em casa fizemos os nossos difusores de ambiente (quem sabe a gente comecei a vendê-los pra gerar uma graninha extra) e meu cunhado trouxe o Benjamin (pra quem não o conhece ainda, dê uma olhada em Vida de Cão) pra matarmos a saudade;
#4- Ontem teve lanche na casa da minha vó;
#5- E eu estou com alguns trabalhinhos de ajustes e concertos de umas peças de roupa da minha irmã pra fazer.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Customização x Personalização

Customização x Personalização - Blog Preconmoda

Numa das aulas de Gestão de Design no ano passado, fez-me parar para pensar sobre dois termos que se utiliza com freqüência no cotidiano, mas que as pessoas não sabem realmente o que significam. Customização e Personalização. Bom, nem eu sabia direito qual era a diferença entre um e outro. Mas agora eu sei. Graças a essa aula maravilhosa!

É melhor eu explicar a diferença, não é mesmo?

Estou falando da customização e personalização. Parecem ser a mesma coisa, mas não são. "A customização pressupõe um produto projetado para atender às necessidades do cliente. Amplamente usada na Web, a customização envolve a escolha, pelo cliente, de produtos e serviços variados. Já a personalização implica ter o cliente um parceiro na criação do conteúdo da experiência" (CHAVES, Eunides Maria Leite; SILVA, Maurício Ricardo da; LIRA, Sandra Regina Silva de; GAVIÃO, Vânia Elizabeth Coêlho. Capítulo VI: O modelo, para o SERPRO, de compartilhamento das melhores práticas de relacionamento com os clientes. Disponível em: . Acesso em: 15 jan. 2012).

Entenderam?


Publicado em 29 de outubro de 2012.

Este foi a última postagem que fiz no blog. Depois fiz mais uma postagem colocando algumas que fiz pro blog Falar de Moda. Mas como vou colocar minhas postagens de lá aqui não vou ficar me repetindo.

Então, a partir da semana que vem postarei aqui as postagens que fiz no blog Falar de Moda.

Hasta luego!

quarta-feira, 18 de março de 2015

Color in motion

Color in motion - Blog Preconmoda

Finalmente vou atualizar este blog. É que pra mim é complicado atualizá-lo, porque eu gosto de ler as informações interessantes para passar e escrever alguma coisa, preferenciamente, inteligente, mas nem sempre tudo é possível. Então, para não deixar as moscas este blog, quero mostrar um site que uma amiga minha me mostrou uma vez. É o Color in Motion! Um site bem interativo que fala sobre as cores, muito interessante! Para quem trabalha com isso, é interessante dar uma olhada neste site, que apresenta informações detalhadas e de forma divertida. Entretanto, ele só existe nos idiomas inglês e espanhol. Mas não é muito difícil de entender.



Publicada em 20 de maio de 2011.

Bye-bye!

terça-feira, 17 de março de 2015

A Roupa Preta

A Roupa Preta - Blog Preconmoda

"A roupa preta é como uma tela na qual se projetam suposições e fantasias [...]."*

Estava lendo o capítulo A roupa preta do livro Dispa-me! e achei interessante como as escritoras colocaram sobre a roupa preta, claro que com base numa história inicial. Então, aí vai alguns trechos que achei interessante, mostrando que a preta pode ter mais de um significado, assim como as outras cores.


"As razões conscientes e inconscientes para se vestir de preto são múltiplas e variam de acordo com a idade. A começar pelo pretexto de que isso evita questionamentos pela manhã ao se vestir, as razões derivam de causas variáveis, [...]. Esse código vestimentar, uma vez que é sempre o mesmo, faz referência o mais das vezes a uma atitude de oposição e revolta, e por essa razão tem sido por muito tempo apreciado pelos adolescentes ou movimentos de jovens contestadores. Quando o fato de se vestir de preto procede de uma escolha singular do sujeito fora de qualquer convenção social, descobrimos essa vontade de se manter afastado do grupo, que pode ter em cada um efeito diferente em função de sua história".*

Este trecho aborda a cor preta como uma cor contestatória. Assim como o estilo punk que usa muito preto, é um estilo que contesta o modo de vida dos anos 80, contrapondo ao consumismo desenfreado.

"O fato de que o preto seja em certos países a cor do luto tem o sentido de uma renúncia a participar da vida deste mundo, em particular de suas festividades. Alguns religiosos, igualmente, usam roupas pretas e esse código vestimentar reveste-se então de uma vontade de exclusão, ao mesmo tempo em que instaura a idéia de uma eleição do sujeito em relação à multidão".*

Neste trecho é abordado o preto como uma cor de exclusão. Em muitos países a cor preta é vista como uma cor de luto, mas em outros a cor de luto é branca, então o significado da cor varia conforme a cultura de cada povo. Além de complementar com a idéia de que com a cor preta o sujeito se diferencia ou se destaca da multidão.

"Podemos levantar uma outra característica comum entre a roupa do luto e o hábito dos religiosos: a vontade de domínio e controle do corpo. Trata-se de enfatizar o espiritual, de desviar a energia vital para fins sublimes. O traje preto mascara a dimensão sexual do corpo. Ele a controla, como se houvesse o risco de ela escapar à vigilância da razão e transbordar suas fronteiras, por seus excessos. O preto esconde a obscenidade do corpo, vela-o para extinguir o desejo. Assim, a cor habitual do chador é o preto, para preservar a mulher das tentações e evitar que ela as suscite. O preto serve para bloquear as pulsões do corpo, a excitação de natureza sexual que o encontro poderia fazer nascer. Ele veste e esconde a nudez, impondo um modo particular de socialização. A roupa preta, portanto, indica que a relação estabelecida está interditada ao desejo.
Enfim, a referência ao luto confere ao traje preto um aspecto melancólico. O personagem de preto está misteriosamente enlutado, freqüêntemente sem percebê-lo. Sua aparência atesta a fidelidade a alguma coisa ausente ou morta. A melancolia não está distante. O preto absorve todas as cores e não reflete nenhuma, assim como o buraco negro da melancolia absorve a energia vital e favorece o recolhimento. O homem de pretoe stá ao mesmo tempo presente e ausente, absorvido por uma causa desconhecida ou um sofrimento secreto. O preto designa a sombra de alguma coisa ausente, talvez perdida, da qual ele não consegue se separar. Vestido de preto, ele exibe simbolicamente a ausência.
Assim, a roupa preta indica um vazio na vida do personagem e estimula a imaginação do interlocutor, como no episódio acima, sem que nenhuma das tentativas de explicação permita resolver o enigma por ela colocado."*


Adoro o jeito como colocaram que o preto é uma cor que "absorve todas as cores e não reflete nenhuma, assim como o buraco negro da melancolia absorve a energia vital e favorece o recolhimento".

Bom, além de tudo isso o preto faz com que a pessoa fica mais elegante e dá a impressão de que emagrece. Por isso o preto é básico. É básico para ter no guarda-roupa!

* Joubert, Catherine; Stern, Sarah. Dispa-me!: O que nossa roupa diz sobre nós. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2007. pg. 146, 147, 148, 149.

Publicado em 22 de fevereiro de 2011.

Bye!

segunda-feira, 16 de março de 2015

A influência do humor na hora de escolher uma roupa

A influência do humor na hora de escolher uma roupa - Blog Preconmoda


Você já deve ter se deparado com a seguinte questão: "eu não tenho roupa no meu guarda-roupa!", mesmo com o guarda-roupa cheio de roupas. Mas o fato é que você não tem a roupa que combine com seu estado de espírito do momento.
Estava lendo um livro de moda escrito por duas psiquiatras francesas que trabalham atendendo crianças e adolescentes. Como elas tinham interesse na questão da influência das roupas na vida das pessoas, elas pesquisaram e desenvolveram o livro.
A roupa é um elemento muito importante na vida das pessoas, pois é através delas que nos encaixamos em grupos sociais, escolares, familiares, enfim, em grupos que às vezes nos identificamos e às vezes não (às vezes não, porque sempre buscamos estar inseridos num grupo que nos aceitem, e acabamos aceitando as "regras" estabelecidas por ele).
Copiei um trecho do livro, em que as escritoras descrevem o que ocorreu na história (descrita anteriormente, mas não digitarei a história pra deixa-los curiosos para ler o livro na íntegra que é muito interessante, pois descreve várias fases de nossas vidas e as mutações da fase infantil a adulta através do vestuário), num olhar clínico (de psiquiatra), sobre como nosso humor influência na escolha da nossa roupa, como as cores por exemplo.


A moça está de mau humor, sofrendo por uma sensação dolorosa de incompletude. Seu sentimento depressivo é projetado em suas roupas, percebidas como sem graça e apertadas. Elas constituem uma segunda pele, sobre a qual imprimem-se as emoções e os ressentimentos. A imagem exterior e a imagem interior confundem-se e interagem uma com a outra. É por essa razão que as roupas nunca parecem completamente as mesmas em nossos cabides e quando as vestimos. Sobre o nosso corpo, a roupa assume, aos nossos olhos, as cores dos nossos humores - tristeza, cansaço ou alegria. Assim como a personagem da história acima, podemos ter a ilusão, ao mudarmos de roupa, de mudarmos de humor, de nos livrarmos de uma identidade pesada demais para os nossos ombros. A moça, por um jogo de projeções, torna seu traje responsável pelo seu mal-estar e quer se livrar dele para comprar uma roupa "cor de alegria", que lhe restituirá o gosto de viver. A roupa representa então um espaço potencial de jogo, em que o Eu tenta se encontrar, apreender alguma coisa de si mesmo que lhe escapa. "À flor da pele", a jovem procura na roupa nova um involucro não é tanto a musselina do vestido, mas o olhar do outro pousado sobre aquela roupa. É esse olhar, fruto de sua fantasia, que constituirá para ela o seu invólucro reparador.
No café, ela se mostra alheia ao mundo e às coisas. Sente-se excluída da dinâmica do desejo. O sentimento de não fazer parte desse mundo (o garçom do café não repara nela, as mães de família cuidam de seus afazeres) tem um efeito tão doloroso que lhe impõe uma solução. É preciso voltar ao palco, estar novamente presente no olhar dos outros, ser objeto de desejo do outro, para se reconstruir, se reencontrar. A roupa vai cumprir esta função, e a solução é a reconquista do desejo através da busca de uma roupa nova. Sua busca tem então um fim (o desejo do outro) e um meio (a roupa). Seu percurso pela loja torna-se quase onírico, alucinado; ela não enxerga mais ninguém e vagueia, solitária, em busca de seu graal.
O espelho intervém nesse momento de interlocução consio mesma e de prazer solitário. A jovem avalia-se e dirige ao seu reflexo a pergunta enigmática do desejo do outro, para a qual as revistas femininas ou a vendedora da loja oferecem um esboço de resposta. Tentar adequar-se a essas imagens é querer garantir um valor de desejo cuja natureza é justamente não poder ser estocada, é estar sempre em movimento. Ele só pode ser regenerado, nunca armazenado. Captada a atmosfera de uma estação numa roupa, ela não pode se fixar ali por muito tempo, sob o risco de se fossilizar.

* Joubert, Catherine; Stern, Sarah. Dispa-me!: O que nossa roupa diz sobre nós. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2007. pg. 44 e 45.

Publicado em 10 de fevereiro de 2011.

Hasta!

sexta-feira, 13 de março de 2015

The Five Friday #60

As 5 boas da semana:

#1- Sábado foi o primeiro show da banda do xuxu e meus cunhados, e eles estão mandando muito bem, filmei tudo;
#2- Segunda-feira, aniversário da minha cidade e aniversário da minha mãe, então comemos e ainda estamos comendo coisas gostosas;
#3- Terça-feira, xuxu e eu fomos ver algumas coisas pra casamento. Fomos no cartório e na igreja nos informar sobre os procedimentos necessários para casarmos;
#4- Terminei de ler 2 livro que comecei a ler ano passado ("Descubra sua verdadeira vocação" e "Liberte seu Poder Extra") e 1 livro que comecei a ler recentemente ("O Retorno do Jovem Príncipe");
#5- Estou vendo o curso online, ao vivo e gratuito, na EduK de Gradação de moldes de roupas.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Para sempre - Filme e Livro

Ganhei de amigo secreto este livro no primeiro natal, em 2012, que passei com a família do meu noivo, na época namorado. Mas só fui lê-lo este ano, sei lá por qual motivo, porque não lembro agora, talvez eu o tenha esquecido na prateleira. Mas enfim... Primeiro vou falar do livro e depois do filme, pois foi nessa ordem que eu fiz, sem querer querendo, primeiro li o livro e depois vi o filme.
A versão do livro que eu tenho, é da capa com os atores do filme. Ele é um livro curto, de fácil leitura e rápido de ler também. É baseado em fatos reais, o que o torna bem interessante e angustiante ao mesmo tempo.

Para Sempre - A história que inspirou o filme. Pena que não tem foto do casal Kim e Krickitt, mas no final do filme mostra, o que achei bacana. Na capa os atores Rachel McAdams no papel de Page e Channing Tatum no papel de Leo.

O livro conta a história de Kim e Krickit Carpenter (detalhe: os personagens são os escritores do livro, ou seja, é baseado em fatos reais). Como eles se conheceram, se apaixonaram, casaram e no começo na vida de casados sofreram um acidente de carro. Tudo aconteceu muito rápido em menos de 1 ano e a parte mais demorada foi a recuperação do casal. A princípio Krickitt estava sendo dada praticamente como morta, pois tinha chances mínimas de sobreviver, mas ela sobreviveu, com apenas uma sequela não se lembrar do último ano que vivenciou, ou seja, não lembrava mais que estava casada, não se lembrava do marido e da vida à dois. Foram lutas, brigas, adaptações a uma nova vida. É um grande aprendizado a todos de superação.
Gostei do livro, não ficou sendo como um dos meus favoritos, mas é um bom livro de se ler, de fácil compreensão, e principalmente pra conhecer esta história incrível e como o casal deu a volta por cima, sendo que eles tiveram muitos momentos pra desistir, mas não desistiram. E como a fé também é muito importante em nossas vidas, é a base que nos conforta, que nos apoia quando mais precisamos e como o poder da oração é forte, se souberes orar com o coração.
Já o filme, devo confessar que fiquei um tantinho decepcionada. Porque eu esperava ver os personagens do livro ali, mas o que encontrei foram outros personagens, outras vidas, outras coisas. Não vou dizer que foi ruim. Foi bom também. Foi diferente.
No livro os personagens Kim e Krickit Carpenter são ligados um ao outro pelo amor aos esportes. No filme Leo e Paige são ligados pelas artes. No livro as família de Kim e Krickit se unem pra ajudar o casal a superar tudo. No filme Leo não tem família e a família de Paige aproveita o momento pra tentar separá-los (bem filmezinho comercial!!!). A única ligação entre os dois (filme e livro) foi o casal se conhecem, casarem, sofrerem o acidente e lutarem pra que o casamento continuasse mesmo com os obstáculos.
Ambos recomendados, principalmente para os casais aprenderem que uma vida a dois requer cumplicidade. Uma hora um cede em outra o outro. Num relação não existe EU, existe NÓS. O que é bom para ambos? E estar em sintonia um com o outro, dividindo medos, sonhos, tristezas, alegrias, contas à pagar, salários à receber... Isso é um relacionamento a dois bem construído e estruturado.

See you.

terça-feira, 10 de março de 2015

História do Qipao - parte II

História do Qipao - parte II - Blog Preconmoda

No Japão Kimono e na China o Qipao. Inicialmente, eles utilizavam roupas tradicionais que faziam parte de sua cultura. As sociedades orientais como a japonesa e a chinesa são muito antigas e possuíam pouco ou nenhum contato com as sociedades ocidentais. É como a história do Egito: possuíam vestes e costumes próprios até serem dominados por Roma e adotarem forçadamente seus costumes através da força. Não podemos negar a influência do bloco capitalista (pós guerra-fria) no extremo oriente. A população japonesa foi tratada como lixo após a invasão dos EUA em seu território que durou até poucos anos atrás. Não sei se você sabe, mas após a explosão das bombas em Hiroshima e Nagasaki, os EUA mantiveram soldados dentro do território japonês para "promover a paz". Claro que nós sabemos que não se trata disso. Enfim, por serem tratados como lixo durante tantos anos, os japoneses mais jovens tentam se assemelhar aos "não lixo" ocidentais, de certa forma. Na China a coisa foi um pouco diferente. Devido a globalização, foi obrigada a ceder e abrir as portas  para o comércio. Os chineses ricos geralmente iam estudar fora e voltavam com roupas ocidentais. Como era sinal de status, após a abertura do comércio as roupas ocidentais ficaram ainda mais populares entre a população chinesa.
Apesar disso tudo, os dois países continuam mantendo (ainda que com muito esforço) suas tradições e em eventos culturais e mais formais não é raro vê-los vestindo trajes tradicionais.

Palavras da minha amiga Paula Karina.

Publicado em 08 de fevereiro de 2011.

Hasta la vista!

História do Qipao

História do Qipao - Blog Preconmoda

Depois de tanto procurar... Eis que encontrei, mas tive que ler de vários sites, porque como não encontrei em sites em português, tive que procurar em inglês, achando-o, mas como ainda não sei inglês, tive que apelar ao google tradutor, ao que todos sabem ele traduz ao pé da letra sem analisar o contexto e entre outras coisas.

Bom, aí vai o que encontrei...


Existe uma lenda chinesa que conta que uma linda jovem pescadora, que vivia no lago Jingbo, trabalhava com um longo vestido e mangas compridas. Ela também era inteligente e habilidosa. Como tinha dificuldades no seu trabalho, por causa da roupa que usava, resolveu modificá-la para melhor lhe servir. Ela pôs a mão na massa e produziu um longo vestido com fendas, o que permitiu que ela pudesse dobra os joelhos, fazendo com que ela trabalhasse muito mais facilmente.
Um jovem imperador, que governava a China naquela época, teve um sonho com seu pai lhe dizendo que uma linda jovem pescadora em Qipao no lago Jingbo seria sua rainha. Assim que acordou, madou seus homens irem atrás da jovem. Então, a jovem se tornou rainha e logo o Qipao se tornou popular entre as mulheres Manchu.


Não se sabe se a lenda é verídica ou não, mas é uma bela história, tipicamente de contos de fadas.
Continuando com a pesquisa, encontrei que o Qipao também é conhecido como Cheongsam, que é traduzido como "vestido longo". A versão masculina do Qipao é chamada de Changshan.
Sabe-se que o Qipao foi criada para ser usada na Dinastia Qing (ou Dinastia Ching) pelo povo Manchu, que cresceu a partir de antigas tribos Nuzhen.
No início do século 17, Nurhachi, um grande estrategista político e militar, unificou as diversas tribos Nuzhen e configurou o sistema Oito Bandeiras. Ao longo dos anos, um vestido, gola em forma de tubo foi desenvolvido, que foi usada por homens e mulheres. O vestido é chamado Qipao em chinês ou traduzido como "vestido de bandeira", pois veio de pessoas que viviam sob o Sistema de Banner.


O Qipao foi o vestuário básico para os manchus no nordeste da China. E foi modificado no início do século 20 para ser mais adequado e confortável, mas manteve o artesanato de produtos tradicional chinês. Por causa de seu charme, muitas mulheres ainda usam para mostrar a sua graça especial nos dias atuais e não é só mulheres chinesas, as mulheres do ocidente também.


Bom, espero que seja satisfatório esta minha pesquisa, apesar que eu queria que fosse mais completa e com um melhor embasamento.

Para saber mais:
História e lenda chinesa vestido Qipao
A história do vestido Chinês
Xangai Qipao (Cheongsam Feminino)
Obs.: Também pode-se ir ao site do google e pesquisar history Qipao, encontraram muitos sites em inglês que fala sobre o assunto e que contam a história na íntegra.

Publicada em 07 de fevereiro de 2011.

Hasta la vista!

segunda-feira, 9 de março de 2015

História de Joinville

164 anos da cidade das flores e bicicletas

Bandeira de Joinville

JOINVILLE, minha linda cidade natal e que ainda resido, completa hoje 164 anos!!! Assim, resolvi escrever uma postagem especial sobre a minha cidade.

HISTÓRIA

Príncipe e Princesa de Joinville.

Vou fazer um resumo meio pobre com a história da cidade, mas há uma matéria do jornal A Notícia que apresenta uma reportagem contando essa história de forma fantástica, sem muitos mimimis e sem muita fantasia. Uma história bem real e muito bem escrita. Fiquei fascinada pela história da minha cidade, pela forma como foi escrita.
Joinville foi fundada em 9 de março de 1851. Mas a história de Joinville começa um pouco antes, com o casamento da princesa Francisca Carolina, filha de D. Pedro I e irmã de D. Pedro II, com o príncipe François Ferdinand Phillipe, de Joinville (cidade situada na França), e que receberam como dote algumas terras. Mas como eles não viveriam no país, eles cederam, em contrato, parte das terras para a empresa de colonização do senador alemão Mathias Schroeder. Assim, o Príncipe de Joinville encarregou seu procurador Louis François Léonce Aubé de concluir e acompanhar a fundação da colônia.
A cidade já teve algumas denominações como Schroedersort (lugarejo de Schroeder), Colônia Dona Francisca e, por fim, Joinville.

E para comemorar os 146 anos da cidade, há uma programação bem extensa que já começou no dia 1º e vai até dia 16 de março. Confira:

Programação de Aniversário - tirada do site da Prefeitura Municipal de Joinville

Dia 1º de Março – 12h30
Abertura da Semana da Bicicleta
Local: Pórtico da Rua XV de Novembro (junto com a premiação da 1ª Etapa do Circuito Catarinense de Mountain Bike)

Dia 3 de Março – 9h30
Entrega da Reforma da Escola Lacy Luiza Flores
Local: Rua Waldemiro José Borges, 3.997, bairro Itinga

Dia 4 de Março – 8 horas
Cerimônia de Hasteamento da Bandeira
Local: Em frente à sede da Prefeitura

Dias 4, 5 e 6 de Março – das 18h30 às 23 horas
1ª ConSup - conferência de técnicas avançadas em Sup e Sup Wave
Local: Centreventos Cau Hansen

Dia 5 de Março – 9 horas
Inauguração do CEI Justina Fachini e Entrega de Ordem de Serviço para a construção de três novos CEIs
Local: Estrada Barbante, bairro Morro do Meio

Dia 5 de Março – 17 horas
Lançamento da exposição do Museu do Ferro de Passar
Local: Estação da Memória

Dia 6 de Março – 18 horas
JoinFest – Harmonia Lyra (Pratos Típicos e Cervejas Artesanais)
Local: Sociedade Harmonia Lyra (Rua XV de Novembro, centro)

Dia 7 de Março – 8 horas
2ª Etapa do Circuito Catarinense de Stand Up Paddle (SUP)
Local: Praia da Vigorelli

Dia 7 de Março – das 10 às 16 horas
Feirinha da Visconde
Local: Avenida Gastronômica 

Dia 8 de Março – 10 horas
Homenagem aos Imigrantes e abertura do programa Concertos Matinais com o Concerto da Orquestra de Joinville
Local: Cemitério dos Imigrantes e Casa da Memória

Dia 8 de Março – 16 horas
Piquenique na Expoville
Local: Complexo da Expoville

Dia 9 de Março – Das 9 às 14 horas
Feira do Príncipe
Local: Rua do Príncipe e Rua das Palmeiras

Dia 9 de Março – 14 horas
Piquenique no Zoobotânico – Revista Babies
Local: Parque Zoobotânico (Rua Pastor Guilherme Rau)

Dia 9 de Março – 18 horas
Desfile Comemorativo dos 164 anos de Joinville e entrega da Medalha Dona Francisca ao artista plástico Juarez Machado
Local: Avenida Beira-Rio

Dia 10 de Março – 20 horas
Abertura da 45ª Coletiva de Artistas de Joinville
Local: Anexo do Museu de Arte de Joinville (MAJ)

Dia 15 de Março – 7 horas
Corrida Meia Maratona Cidade de Joinville
Local: Associação dos Servidores Públicos Municipais (largada)

Dias 15 e 16 de Março – 20 horas
Espetáculos de comemoração dos 15 anos da Escola de Teatro Bolshoi
Dia 15 – O Quebra Nozes
Dia 16 – Grande Suíte do Ballet Don Quixote
Local: Centreventos Cau Hansen

Let's move Joinville!

See you!

domingo, 8 de março de 2015

8 de março - Dia Internacional da Mulher

Essa será a primeira postagem que trago do blog Falar de Moda que eu escrevi. E como já escrevi sobre o tema pra não ficar me repetindo só vou copiar e colá-la aqui. Espero que gostem!

Dia Internacional da Mulher
Por Carina Freitas da Rosa


Sexta-feira, dia 08 de março, comemorou-se o Dia Internacional da Mulher. Um dia que vejo que gera certa polêmica entre homens e mulheres.
Algumas mulheres postaram no Facebook que não se deveria comemorar este dia, porque foi à data em que mulheres trabalhadoras foram mortas queimadas dentro de uma empresa nos EUA, enquanto reivindicavam melhores condições de trabalhos. Porém, isso não é um fato verídico pelo que andei pesquisando. O incêndio ocorreu no dia 25 de março de 1911.
Alguns homens reclamam muito desse dia. Dizem que não é justo que o dia das mulheres tenha tanta evidência na mídia e comércio e o dia dos homens não (apesar de que isso está mudando). Eles argumentam que as mulheres brigaram tanto para terem direitos iguais, então que nós tenhamos direitos iguais até mesmo na data de comemoração do sexo.
Como mulher, digo que eu não quero ter o mesmo direito que o homem. Eu quero é ter o respeito do homem. Quero poder ser livre, poder pensar e opinar por mim mesma, poder votar, exercer a mesma função que o homem sem ganhar menos. É para isto que serve o Dia Internacional da Mulher, para nós lembrarmos como aquelas mulheres, que morreram queimadas na fábrica, foram silenciadas de forma brutal e que durante anos a mulher foi apenas uma sombra perante a sociedade, vivendo de forma totalmente dependente dos homens. Ela não tinha voz, não tinha vontades ou desejos, muito menos opinião.
Vejo que o Dia Internacional da Mulher foi um pouco banalizado pelo sistema capitalista e pelo machismo de alguns homens. Era pra ser, ao meu ver, uma data para reflexão. Refletir sobre os abusos que muitas mulheres ainda sofrem e muitas vezes calada. É um dia feito para os homens compreenderem e lembrarem de que a mulheres não são um mero objeto sexual, alguém para explorar a mão de obra, alguém como mera reprodutora pra colocar filhos no mundo ou alguém para ser tratada como escrava doméstica.
Eu gosto de receber os parabéns, flores ou bombons (quem não gosta?), principalmente, porque só recebo daqueles que realmente me dão valor e me admiram. Mas compreendo o que a maioria das mulheres preferiria ao invés de tudo isso. Elas prefeririam ganhar o reconhecimento pelos seus esforços diários, condições dignas de trabalho, melhor remuneração e respeito dos homens.

Para saber mais sobre a história do Dia Internacional da Mulher acesse: Conquistas na luta e no luto.

Publicado em 11 de março de 2013,
no blog Falar de Moda.

See you!

sexta-feira, 6 de março de 2015

The Five Friday #59

As 5 boas da semana:

#1- Sexta-feira à tarde, fui pro nosso apê (meu e do meu noivo, só que por enquanto ele mora sozinho lá, só até a gente casar) para fazer uma grande faxina;
#2- Sábado tivemos (xuxu e eu) uma visita ilustre no nosso apê pra inaugurar a nossa mesa de jantar, os meus sogros e o meu cunhadinho (o caçula da família);
#3- Costurei algumas coisinhas que estavam pendentes;
#4- Encontrei minha pasta de modelagem que estava sumida (na verdade minha mãe guardou e eu não sabia onde, mas acabei encontrando);
#5- Meu final de semana promete ser maravilhoso!!!

quinta-feira, 5 de março de 2015

Shishang - Moda Chinesa

Resolvi publicar esta semana três postagens de moda do blog, pois elas falam sobre cultura chinesa, ou melhor sobre a vestimenta tradicional da China.

Shishang - Moda Chinesa - Blog Preconmoda

Um amigo meu está me ajudando a ser mais crítica e ter minha própria opinião sobre as coisas. Então estou tendo umas aulinhas com ele. Ele me sugeriu que eu visse o filme "O despertar de uma paixão" e pediu para que eu pesquisasse sobre a moda chinesa. Por que os chineses usavam e ainda usam em cerimônias e datas festivas roupas tão diferentes das nossas, do ocidente?
A princípio foi difícil de encontrar uma resposta para este assunto. Mas depois de tanto pesquisar e ler sobre essa cultura tão diferente da nossa, deduzi que não se sabe ou ainda ninguém procurou saber. Claro que primeiro foi uma forma de se aquecer do frio e se proteger do sol. Não vou desistir da minha busca, mas terei que me aprofundar de uma maneira diferente. Vou ter que ver como farei pra descobrir isso, sendo que não falo em chinês (ou melhor, em mandarim), nem em inglês, o que talvez pudesse ajudar um pouco.
Mas, posso trazer pra vocês, depois de ler muitos textos falando sobre a moda chinesa, algo diferente e interessante.
Em muitos sites encontrei a prepotência do mundo ocidental. Muitos descreveram que os chineses não conheciam moda (o termo "moda" não existia no dicionário chinês) até a chegada da influência ocidental junto a abertura da China com o mundo exterior nos anos 30, "quando as normas sobre a vestimenta se tornaram mais permissivas: as calças, os chapéus, os casacos americanos e inclusivamente a gravata foram adaptadas pelos habitantes desta região" (fonte: Museu de Roupa Tradicional Chinesa).
Oras, eles tinham sua própria maneira de se vestir de acordo com sua cultura. Que ainda estou tentando entender. Já li em um texto que os historiadores não sabem como os japoneses da Pré-história se vestiam. Então, fica complicado pra mim entender! Mas com toda informação e tecnologia que temos hoje em dia, não era de se admirar que eu pudesse encontrar respostas, tão simples e tão complexas ao mesmo tempo, pelo que estou vendo.
Um texto muito legal que encontrei foi um escrito por Diogo Carvalho, no site Fashion Bubbles, intitulada Moda e Budismo: uma visão ocidental e oriental convergida. Diogo explana que queria abordar de uma maneira totalmente diferente a questão moda, trazendo um novo olhar para ela. Neste artigo ele conseguiu e ficou muito interessante, pois ele pegou o olhar de uma monge budista sob a moda. Vale a pena conferir e dar uma lida!

Publicada em 05 de fevereiro de 2011.

See you!

quarta-feira, 4 de março de 2015

Teatro Só uma palhaça Só

Nos dia 05 (amanhã) e 06 de março (também ocorrerá nos dias 12 e 13 de março), as 20h30, no Galpão de Teatro da AJOTE - Associação Joinvillense de Teatro, que fica na Cidadela Cultural Antarctica, vai estar em cartaz a peça "Só uma palhaça só" da minha amiga Bia Alvez que interpreta uma palhaça chamada Everline Flore. É um espetáculo fantástico, divertidíssimo e que levanta várias questões do nosso cotidiano de forma cômica, mas real. Vale muito apena assistir e prestigiar este maravilhoso trabalho. Para maiores informações acessem Teatro em Joinville (aqui vocês encontraram a programação completa do verão teatral 2015!).

See you!

Das moscas a atualização

Das moscas a atualização - Blog Preconmoda

Desculpem-me, mas ando meio fora do ar e acabei deixando este blog às moscas. Mas está sendo difícil atuliazar este blog, além de outros que tenho. Vou me esforçar mais este ano, pra pelo menos me programar e fazer uma publicação por mês.
Bom, estava lendo o blog da minha amiga e a vejo como uma pessoa de opinião, e adorei a postagem dela sobre moda (apesar dela não ser da área, ela já trabalhou no meio e o blog dela é de assuntos variados) que vale a pena conferir: aham Letícia...
Ela cita: "Esclarecendo: eu não estou defendendo o mercado de moda, estou defendendo moda como identidade visual, identidade visual como estilo, e estilo como escolha, não como imposição". Isso me fez lembrar de uma série de questões, onde venho enfrentando dificuldades para achar certos acessórios do meu gosto e estilo no mercado de moda. Pelo menos aqui em minha cidade, que ainda é muito provinciana. Mas não consigo encontrar uma sandália rasteirinha e sem dedo que não tenha a cara de vovó e nem consigo encontrar um óculos descente que não me deixe com cara de abelha rainha. Meu pé é muito sensível pra suportar sapatos com dedo (isso aplica aos chinelos, cade o rider que eu tanto usava?) e o tipo de óculo grande não combina com meu tipo de rosto, não fica legal!
Agora pergunto: cadê nossa liberdade de expressão visual? Quero poder me sentir livre pra escolher o que quero e gosto de vestir e usar. Já procurei em muitas lojas (ainda não fui nas óticas porque não tive tempo, e provavelmente, só lá encontrarei um óculos descente pela variedade de opções que apresentam) e não encontrei nenhum, todos eram iguais. Mesmo tamanho de lente. Vamos inovar nesta área! Sempre a mesma coisa! Que coisa mais clichê! Vamos buscar diversificar um pouco, né?
Aliás, às vezes, parece-me que os empresários ou gerentes aqui não tem visão de mercado, só compram o que eles gostam. Já ouvi da boca de lojistas isso. Mas deve-se observar e fazer um balancete do que vende mais, que dizer que as pessoas gostam de usar mais este tipo de produto. E claro, comprar outros tipos junto só que em menores quantidades. Aí, sim!

Espero não ter ofendido, mas isso me deixa louca da vida!

Publicado em 04 de fevereiro de 2011.

See you!

terça-feira, 3 de março de 2015

Paulo Barros (carnavalesco)

Apesar do carnaval já ter passado, eu preciso falar dele. Um grande carnavalesco e artista plástico, nascido em 14 de maio de 1962, em Nilópolis, RJ.

Paulo Roberto Barros Braga, mais conhecido como Paulo Barros, é o meu carnavalesco favorito! Ele inovou no carnaval fazendo desfiles diferentes na escola de samba Unidos da Tijuca. E atualmente está na Mocidade Independente de Padre Miguel.

Dá só uma olhada no currículo de Paulo Barros:

Cronograma de desfiles assinado por Paulo Barros.

Vamos conferir alguns desfiles do carnavalesco Paulo Barros:

Desfile Unidos da Tijuca 2011 - Carnavalesco Paulo Barros

Desfile Unidos da Tijuca 2012 - Carnavalesco Paulo Barros

Desfile Unidos da Tijuca 2013 - Carnavalesco Paulo Barros

Desfile Unidos da Tijuca 2014 - Carnavalesco Paulo Barros

Paulo Barros: O homem que revolucionou o carnaval carioca (2004 / 2014)

Este ano Paulo Barros inovou colocando o mestre sala e a porta bandeira na comissão de frente e fazendo-os pegar fogo com o enredo "Se o mundo fosse acabar, me diz o que faria se só lhe restasse um dia?". Pena que não achei o desfile da escola no youtube, talvez no site da Globo tenha.

See you.

História (resumida) do Carnaval

Uma semana depois do carnaval... Nooooossa! Mas devo confessar o quão é difícil foi encontrar uma fonte que fale sobre a origem do carnaval com exatidão. Mas vamos tentar aqui fazer um resumo do que a maioria dos sites falou (que de certa forma não é muito confiável, mas pelo menos tem algum crédito, porque já ouvi falar ou já li em algum livro algo parecido).

História do Carnaval

O carnaval surgiu muito antes de Cristo. Não sei exatamente quando, mas as primeiras manifestações de uma festa parecida com a que conhecemos hoje lembram as festas aos deuses da agricultura, vinho e das festas dos povos mesopotâmios (festas saceias e Deus Marduk), egípcios (Osíris e Íris), gregos (Dionísio) e romanos (Baco). Estas festas eram marcadas por músicas, danças, trocas e orgias.
Na Mesopotâmia nas festas saceias os prisioneiros trocavam de lugar com o rei, vivendo uma vida digna de rei, comendo, bebendo e dormindo com as esposas do mesmo. Mas ao final das festividades, os prisioneiros eram chicoteados e mortos. E outra festa era realizada pelo Rei, onde deveria se humilhar na frente do templo de Marduk, sendo assoitado e ao final assumindo novamente o poder.
No Egito era marcado por danças teatrais com máscaras em homenagem aos deuses Osíris e Íris.
Na Grécia e na Roma Antiga as festas aos deuses Dionísio e Baco, ambos deus do vinho respectivamente, eram marcadas por embriaguez e entrega aos prazeres da carne.
Estas festas eram pagãs. E com a ascensão do poder da Igreja Católica, ela buscou se enquadrar em tais comemorações. Assim, a partir do século VIII, foi estabelecido estas celebrações dias antes da quaresma, desta forma os cristãos poderiam se redimir de seus pecados, excedidos durante o carnaval, na quaresma.

História do Carnaval no Brasil

A história do carnaval no Brasil já foi mais fácil. E apesar de mais fácil, dei uma boa resumida. E claro que, tudo começou com a colonização do país.
O carnaval chegou ao Brasil no século XIII, com os portugueses que trouxeram o entrudo, que era uma brincadeira típica que consistia em jogar farinha, tinta, ovo e água nas pessoas. Com o passar do tempo o entrudo foi sendo trocado por bailes de mascaras e a fantasia, pois a prática deste apelava para a violência. E assim o carnaval no Brasil foi modificando e melhorando, sofrendo influências africanas e indígenas, e em cada canto do país uma forma de festeja a data foi sendo implantada.
E um trecho muito bacana que encontrei na internet foi este:
“O carnaval comemorado no Brasil sofreu influência de uma festa de rua, de origem portuguesa [...]. Porém, a comemoração também passou por mudanças por causa do folclore indígena e a cultura africana, trazida pelos escravos. Todos esses fatores culturais construíram um carnaval distinto em cada parte do Brasil. O Rio de Janeiro é famoso pelos desfiles das escolas de samba, na Bahia os trios elétricos atraem milhões de foliões todos os anos e em outros estados, como Pernambuco e Minas Gerais, o carnaval de rua é o mais popular” (História do Carnaval).

Eu sei que está muuuuito resumido, mas é só pra dar uma pincelada mesmo pra conhecermos um pouco mais sobre este universo carnavalesco.

See you!

segunda-feira, 2 de março de 2015

Coleção O Diário da Princesa - Meg Cabot

Recomendo a coleção O Diário da Princesa de Meg Cabot, principalmente as meninas, pré-adolescentes e adolescentes, pois acabamos nos identificando com a personagem principal e vou mostrar o porquê.
Amélia Thermopolis é uma adolescente comum, tímida e com a autoestima baixa (como muitas garotas de sua idade), que prefere ficar no anonimato à chamar atenção à si. Mas seu mundo vira do avesso, quando descobre que seu pai é o rei da Genóvia, um principado pequeno na Europa, e que ela é sua única herdeira, já que ele teve um câncer de próstata que o deixou estéril e ao contrário do filme, no livro o pai dela está bem vivinho!
Mia (apelido de Amélia) é uma adolescente como qualquer outra, cheia de medos e inseguranças, mas que passa a ter grandes responsabilidades. Na vida real, podemos ver essas mudanças na vida das garotas, que na adolescência ficam inseguras por causa das mudanças hormonais e corporais, e em meio ao turbilhão de sentimentos, emoções e transformações temos que lidar com nossas responsabilidades perante o futuro. Escolher uma profissão (que nem sempre é fácil), estudar pra isso e principalmente ir para uma boa faculdade e se inserir no mercado de trabalho que é bem competitivo. Além de muitas outras responsabilidades, como cuidar da casa ou ajudar à, cultivar as amizades, realizar sonhos, ter um bom relacionamento amoroso, etc.

São 10 volumes de pura diversão!
Volume 1: O Diário da Princesa
Volume 2: A Princesa sob os refletores
Volume 3: A Princesa apaixonada
Volume 4: A Princesa à espera
Volume 5: A Princesa de rosa shocking
Volume 6: A Princesa na balada
Volume 7: A Princesa no limite
Volume 8: A Princesa em treinamento
Volume 9: Princesa Mia
Volume 10: Princesa para sempre

Pra quem acha os livros da coleção O Diário da Princesa muito menininha, romance "água com açúcar", é porque nunca os leu. E se leu é porque já foi com certo preconceito. Mas é um ótimo livro para rir e se divertir com as situações pela qual Mia Thermopolis passa e aprender também. Aprender com os erros da personagem e a enfrentar nossos próprios erros.

Uma ótima leitura!

See you.