quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Filme Cisne Negro


Hoje, na sessão das 19h10, vi o filme Cisne Negro com a Natelie Portman. O filme é muito imprescionante. Fantástico! É fabuloso! O filme abre espaço para muitas interpretações. Como tenho a mente fértil, pensei em várias interpretações diferentes. Mas escolhi, para escrever a mais sensata.


Conta a história de uma garota, Nina Sayers (vivida pela atriz Natelie Portman), que sofre grandes pressões para ser uma excelente bailarina, tanto pela mãe Erica (Barbara Hershey), que incentiva a ambição profissional da filha, quanto pela própria profissão dela, pois as bailarinas devem sofrer pressão. Pressão que vem das colegas de trabalho e dos professores. Tudo tem que ser perfeito. E é dessa perfeição que o filme dá enfase, pois perfeição demais, assusta. Gera conflitos.


Pressão demais externa, acaba criando pressão demais interna. Existe muita pressão causado por fatores externos para uma perfeição inexistente, pois a mídia lança imagens todos os dias do que seria um corpo perfeito, um comportamento perfeito, uma vida perfeita, que acabamos pensando que somos um lixo, que somos feios, que não temos uma vida boa... Enfim, que não somos perfeitos e nem nossas vidas! Assim não somos felizes, não sendo felizes temos que comprar e consumir algo que nos encaixe no padrão "perfeito" da sociedade. Por exemplo, mulheres colocando silicone nos seios ou em qualquer outra parte do corpo. Mas isso é um outro assunto que transcorrerei no meu blog Preconmoda, por isso envolve beleza estética e consequentemente moda e preconceito, que é o assunto desse meu outro blog.
Continuando... O filme é muito bom, pois mostra a conseqüência das pressões que sofremos todos os dias. No começo, vemos a pressão nos outros, os outros são os culpados. Mas, por fim, acabamos sendo nós mesmos os causadores de nossas angústias, medos, frustrações, incertezas, dúvidas, tristezas. Acabamos por nos destruírmos e isso acontece aos poucos, mas só nos damos conta quando já estamos a beira do precipício. E aí, ou a gente pula ou muda de rumo.

2 comentários:

Andarilho disse...

Tanto que no lá no ato final do filme, na estreia do espetáculo, o diretor ainda fala pra ela que a única coisa no caminho dela é ela mesmo.

Nina Rosa disse...

É verdade! ((=^__^=))