domingo, 28 de dezembro de 2008

Fééééérias em Floripa

Agora as coisas estão calmas. Olhe que descobri que os pais de duas amigas minhas também estão pegando muito no pé delas, assim como meus pais. E achei engraçado (apesar de ser uma coisa chata), o que é que deu nos pais? Deu a louca, só pode!
Estamos em Florianópolis num apartamento cedido pela minha tia (irmã da minha vó) para que pudéssemos passar a virada do ano novo com a família reunida, pois tenho duas tias (filhas da minha vó) que moram aqui em Floripa. E vamos aproveitar pra ir pra praia pegar um bronzeado.
Parece que passaremos a virada do ano na Beira Mar Norte para ver o show de fogos de artifíceis. Vamos perder o show da virada da Globo, e olhe que só terá feras cantando. Salvo alguns poucos, mas que dá para aturar. Mas claro que ver os fogos ao vivo é muito mais emocionante do que pela televisão. E é preferível assim.
Agora, nos vemos no ano que vem. Feliz 2009 e que este próximo ano seja repleto de sonhos se realizando!

sábado, 20 de dezembro de 2008

Época que era pra ser feliz

Estou bem chateada. Parece-me que toda alegria me foi roubada. Talvez seja, porque não estou me sentindo muito bem, estou com dor no peito e minha cabeça está latejando, numa dor incessante e persistente. Nosso corpo reflete nossas dores da alma. E percebo que estou num grande abismo, a qual parece ser muito funda e escura. Apesar de que adoro ficar sozinha e no escuro, pois é assim que me encontro. Não quero ficar perto das pessoas que me magoaram, mas não posso ficar longe, principalmente, nesta época do ano. Natal é tempo de se estar reunida com a família, de se esquecer os problemas ou pelo menos deixá-los de lado e celebrar o nascimento do menino Jesus. Mas de que adianta celebrar uma coisa tão bonita que é o nascimento (época de perdoar as pessoas, época de compaixão e solidariedade), se as pessoas que mais amamos nos alfineta o tempo todo? Até mesmo agora? Em pleno natal?
Gosto do natal pelo significado dele e não porque ganharei presentes. Claro, que quando era criança o importante do natal eram os presentes. Agora, aprendi, a duras penas, que não importa o presente que você recebe ou o que você dá, mas sim o que ele representa.
Sempre tento juntar as pessoas. Seja numa festa ou num encontro de amigas. Mas parece que nunca dá certo. Já levei vários bolos e sempre ignorei as "mensagens". Sabe aquela propaganda "eu sou brasileiro e não desisto nunca"? Pois é, essa sou eu. Triste, vazia e solitária. Meus pais vivem dizendo pra mim que se deve aparecer para ser lembrado. Mas não importa o número de pessoas que eu conheça (o que é um número BEM grande), para mim não importa a quantidade, e sim, a qualidade. E agora só vivo na quantidade, porque qualidade está difícil em minha vida. Meu aniversário é um exemplo nítido, mandei um e-mail convidando TODOS os meus amigos para irem junto comigo ver uma peça de teatro. Ninguém me respondeu e eu fui sozinha. A peça era maravilhosa e a companhia era ótima. Claro, era eu mesma. No dia do meu aniversário, quando eu mais queria ter a companhia de um amigo, fiquei sozinha. Talvez isso seja um sinal de que eu sou a melhor amiga que possa ter. O que é óbvio que é verdade, mas, às vezes, necessitamos de alguém externo para nos ajudar e apoiar e para que nós possamos retribuir esse afeto.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

O melhor

Estava conversando com uma amiga e ela falou que eu estou mudando. O que na verdade, não estou. Mas bem que gostaria. Só que não é fácil e nem sei por onde começar e muito menos o que fazer. Queria mudar pra melhor, mas talvez o melhor não seja o bastante. Talvez o melhor não seja o melhor caminho. Talvez o caminho não seja subir para melhor, por esse melhor seria estar sozinho. E ninguém gosta de estar sozinho, apesar de que preferimos estar só do que mal acompanhado. Acompanhado é estar com quem se ama, mas nem sempre estamos, por algum motivo. Talvez o motivo seja muito besta e acabamos não valorizando aqueles que estão ao nosso lado, perto da gente. Seja na mesma casa, na mesma rua, no mesmo bairro, na mesma cidade. O que importa pras pessoas é o melhor desde os primórdios do mundo. Mas talvez devemos aprender com o passado para melhorar o futuro e não apenas seguir na mesma linha, porque é mais fácil e segura. Eu fiz assim, meu pai fez assim, meu vô fez assim, e você também fará assim. É como uma sina. Mas cabe a nós quebrá-la.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Fazendo faxina ou fazendo bagunça?

Ontem resolvi dar uma geral no meu quarto. Sabe aquelas faxinas GIGANTESCAS, a qual você começa a arrumar e depois não sabe onde colocar as coisas, porque não tem espaço e você fica se perguntando "como é que cabia tudo isso no meu quarto, antes? Sendo que joguei algumas coisas fora e doarei outras?". Pois é... Esta é a atual situação em que me encontro no momento. Espero terminar essa faxina logo, apesar de que estou com muita preguiça. Estou de FÉÉÉÉÉÉÉÉÉRIAS! Literalmente, pois não estou fazendo mais nada a não ser comer e dormir.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

É mais fácil receber crítica do que carinho

Descobri algumas coisas sobre mim em menos de um mês que mudou tudo, quero dizer, não mudou nada, só aumentou a minha aflição e minhas incertezas e dúvidas. É que percebi que devo ter síndrome de Peter Pan, porque não é normal eu me olhar no espelho e não ver uma garota de 18 anos, e sim, uma garotinha de 10, com medo e assustada com o mundo externo, então ela prefere viver no mundo interno, que ela mesma criou para si. Além do que, parece-me que tenho medo de crescer, pois parece-me que o mundo adulto é escuro, sombriu, solitário e infeliz.
Como se vence um problema? Como se vence um tipo de doença psicológica, sozinha? Sendo que ninguém acredita mais em você e parece que não podes contar com as pessoas ao seu redor? Ou interpretam errado quando você tenta explicar, distorcendo tudo o que você fala?
Também descobri que é mais fácil receber críticas do que carinho. Crítica recebemos todos os dias e são facilmente ignoráveis. Carinho, não se recebe todos os dias e são difíceis de serem ignoradas. Por isso que é mais fácil. Convenhamos, caro leitor, que deves apoiar-me em meu devaneio.
E os problemas interiores continuam, sendo maiores do que eu mesma. Um dia, ei de escrever minhas memórias e entenderão meus problemas (ou talvez surtos, chamem do que quiserem chamar) que nem mesmo eu aguento, imagine se outra pessoa fosse eu. Penso que se matava, logo na primeira oportunidade que tivesse.