domingo, 29 de junho de 2008

Sem Título

Que me vale a idéia
Se não sei usá-la?
Que me vale o sonho
Se não posso realizá-lo?
Não me importa o mundo lá fora
Pois nele eu não me encaixo
Quem me dera achar as palavras certas
Para a vida tão incerta
Contar o tempo que passou (ou passará)
Contar da vida que virá
Levantar a cabeça
Olhar o além
Enxergar o futuro
Mesmo ele sendo escuro
Deixa o tempo e escreve
Deixa a escrita e dorme – sonhe
Sonhe que escreve palavras (e palavras)
Sonhe com a vida (que passa)
E deixa de lado a idéia
De não olhar o futuro
Mesmo ele sendo escuro.

(Autor Desconhecido)

Cair e levantar é preciso!

Às vezes, tudo arrasa, tudo machuca, nos faz sofrer. Mas saiba que é importantíssimo saber que cada dor, cada decepção, é incrivelmente necessário para o nosso amadurecimento. Apesar de ser difícil, superar é importante, pois cair é humano e levantar-se é divino.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Preguiça, justo hoje?

Sabe aqueles dias em que acordas com vontade de fazer nada? Pois é, quando começas o dia assim, meu querido, é hora de voltar pra cama, porque não adianta nada tentares mudar seu estado de espírito, ele não vai mudar.
Hoje, já deu pra notar que eu acordei assim. Quero dizer, na verdade acordei meio carente, com uma vontade louca de conversar com os amigos, colocar o papo em dia, fofocar sobre a minha vida, fofocar sobre a vida deles. Sabe como é que é. Quando a saudade bate, não adianta nada. Não adianta tentar fngir que vai fazer os trabalhos da faculdade, não adianta estudar para a prova de hoje à noite na faculdade, porque a vontade continua firme e forte, até matares seu desejo ardente por falar com aquele(a) amigo(a) que faz uma cara que não o(a) vê mais.
Pois é, é assim que estou hoje. Com vontade de falar e escrever e digitar para meus amigos. Porque saudade é tamanha que nem imaginas o quanto! O pior é que eu tenho prova de metodologia de projeto hoje à noite e nem estudei ainda, fora os muitos trabalhos que tenho que fazer. Que doidera! Justo hoje eu fico assim, melhor hoje do que nos próximos dias, que eu vou precisar de horas extras no meu relógio para dar conta de tudo. E internet? Nem pensar, então vou aproveitar hoje para fazer tudo o que preciso nela, pra mim não cair na tentação nos próximos dias, porque, senão, estarei ferrada.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Coisas a fazer de 26/06 a 08/07

1) Refazer sombreamento evento "Moda com Responsabilidade Social"; OK (dia 01/07)
2) Composição nas proporções áureas em folha A4; OK (dia 26/06)
3) Refazer desenho garrafa - cilindro, cone, cilindro, argola; OK (dia 26/06)
4) Avaliação da disciplina de Desenho de Observação; OK (dia 26/06)
5) Desenho 4 objetos (cilindro, cone, esfera e argola) numa olha A4; OK (dia 26/06)

6) Composição objetos anteriores nas proporções áureas folha A3; OK (dia 01/07)
7) Desenho de um objeto formado por várias formas geométricas folha A3; OK (dia 30/06)
8) Proposta 7 - Linguagem Visual; (não precisa mais, agora só depois das férias)
9) PowerPoint Materiais Expressivos - ROMA; OK (dia 08/07)
10) PowerPoint Metodologia de Projeto - Moda Jovem Trabalhador; OK (dia 04/07)
11) Trabalhos de Fotografia (Anos 80 e Fotógrafo); OK (dia 03/07)
12) Achar e fazer orçamento de costureira; OK (dia 02/07)
13) Pesquisar Natureza Morta e Paul Cezane; OK (dia 29/06)
14) Estudar para avaliação de história da arte e da moda - Egito, Grécia e Roma; OK (dia 30/06)
15) Estudar para avaliação de Metodologia de Projeto; OK (dia 27/06)16) Refazer a parte escrita do trabalho de Metodologia de Projeto - Briefing, Painel Semântico, Análise Diacrônica, Questionário/Resultados, Pesquisa de Tendências, Análise Sincrônica, Diagrama de Ishikawa, Criações/Coleção; Memorial Descritivo... OK (dia 04/07)
17) Matriz de Decisão - bolsas; OK (dia 02/07)18) Arranjar folhas de bananeira; OK (dia 29/06)
19) Enviar e-mail para saber que materiais levar na quarta-feira; OK (dia 02/07)
20) Enviar e-mail combinando com as meninas dia 09/07; OK (dia 29/06)
21) Colocar a blusa dos Correios na quiboa para descolorir; OK (dia 28/06)
22) Terminar de lavar as tampinhas de garrafa PET; OK (dia 10/07)
23) Enviar música de anos 80 pra Fernanda; OK (dia 02/07)24) Enviar pro Gugo a proposta 7 no orkut; OK (dia 29/06)

Ufa! Ainda bem que é só isso!

domingo, 22 de junho de 2008

Meu tempo

Essa semana fiquei me perguntando o que eu queria pra mim. Se a faculdade que estou fazendo era realmente o que eu queria. Se eu não havia escolhido errado. Sabe, bateu aquela insegurança, pois eu não sei ainda direito em que solo estou pisando. Claro que não amo de paixão a minha faculdade, tem umas coisas chatas de vez em quando, mas tem muita coisa legal e interessante que estou aprendendo. E gosto de aprender coisas criativas. Apesar de que, apesar de tudo, às vezes, penso que não tenho muita criatividade com algumas coisas. Talvez os professores exigem coisas que eu não sei fazer ou mexer. Que são coisas que vamos ver no ano que vem, pelo que eu puder ver na grade curricular. E é um saco um professor ficar exigindo de você uma coisa que você ainda não viu, não conhece e nem sonha em conhecer. Tudo bem que faculdade você tem que pesquisar e se virar sozinho, mas também nem tanto, né?
Gosto de ter um tempo de adaptação de um semestre pelo menos, para me acostumar com a mudança, com o novo estilo e nova formação. Mas é uma pena que ninguém dá esse tempo de adaptação pra nós, quero dizer, pra mim. O meu tempo é diferente do das outras pessoas. O meu tempo é mais devagar, porque gosto de analisar, pensar para depois tomar um partido ou seguir por um caminho, só se eu já tiver uma certeza absoluta desde o início daí é outra coisa. Mas, senão, preciso de tempo.
As pessoas, às vezes, se estressam por tão pouco. Bom, eu não vou dizer que não me estresso, porque eu me estresso e MUITO. Mas é principalmente, porque as pessoas não respeitam o MEU tempo. E o meu tempo é mais ou menos parecido com o tempo de Deus. Sou muito tranquila com relação ao tempo. Apesar de que o tempo está passando cada vez mais depressa. Na verdade ele não está passando depressa, somos nós seres irracionais que criamos muitas atividades para fazer e ficamos sem tempo para viver.
A culpa é nossa pelo tempo existir, pois senão fosse por nós o tempo não existiria. Então, culpe o cara aí do lado por você não ter tempo, mas culpe também a si mesmo por isso.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Cinco de junho

Na quinta-feira do dia 5 de Junho, tive uma aula diferente na Cidadela Cultural Antártica, onde visitamos duas exposições (Mapas - Deslocamento de João Machado e Apofenia de Sérgio Canfield) e assistimos ao documentário "À Luz de Schwanke".
Apofenia de Sérgio Canfield - “Na série denominada Apofenia, Canfield usa o preto e branco, com leves nuances de cores escuras, em acrílico e outros materiais sobre tela” , remetendo-nos ... “àqueles que não foram escolhidos, àqueles que nunca foram selecionados para nada, os habitantes da sombra, os moradores do nada, os ante-seres.” (Inácio Carreira , 2008).
Mapas/Deslocamento de João Machado - Mostra os trabalhos desse artista em diversos formatos e técnicas, girando em torno do tema do "deslocamento", um tema bastante interessante, sendo que o artista passou por vários deslocamentos, indo de uma cidade a outra, um país a outro, assim por diante. Ele quis mostrar que na nossa vida passamos por muitos deslocamentos em nossa vida, uns bons outros nem tanto, mas que sempre nos ajuda a crescer e a desenvolver nosso espírito e construir nosso carácter. O trabalho de João Machado não lembra o trabalho do pai, pois ele tem um jeito próprio que encanta, assim como o do pai dele, Juarez Machado, não é melhor nem pior, é apenas diferente.

Dia 9 a 12 de junho

Essa semana foi divertida, quero dizer, mais ou menos isso. O caso é que na segunda-feira dia 9/06, minhas mãe e irmã e eu fomos assistir a uma peça de teatro, porque está acontecendo na cidade o evento Cena 5, onde ocorrem várias peças de teatro todos os dias, durante um período de Junho. Como essas peças normalmente ocorrem à noite eu tive que faltar aula para assistir a peça e não me arrependo de não ter ido a aula pra assistir a peça, chamada "ENTRE". É muito interessante e nos faz refletir sobre nós mesmos, nossa vida, nossas atitudes no dia-a-dia, entre outras coisas. E que o inferno não são os outros, o inferno somos nós mesmos, porque somos nós que nos julgamos e nos vemos o tempo todo, não conseguimos fugir de nossos olhos, não conseguimos esconder nada de nós mesmos. E é por isso que o inferno está dentro de nós e não nos outros.
Na terça-feira, dia 10/06, eu fui arrancar o ciso, foi por isso que nem fui pra aula. Nem dava, estava com um lado do rosto inchado e anestesiado, como eu iria? O mais engraçado é que no meio da cirurgia (para arrancar o dente), eu tive uma vontade enorme de cair na gargalhada, mas eu não podia, tive que me conter ao máximo. Só eu mesmo pra ter esses acessos no meio de situações complicadas e delicadas.
Na quarta-feira, dia 11/06, fiz uma aparição na faculdade. Fui pra aula, depois de algum tempo sem ir. Mas eu estava bem desanimada. Aliás, algo está acontecendo na nossa turma e com os professores, parece que todos estão desanimados. Pelo menos, foi o que me pareceu. Espero estar redondamente enganada, ou talvez seja por causa do frio.
Na quinta-feira, dia 12/06 (dia dos namorados), não era necessário ir pra faculdade nesse dia, porque outra equipe iria tirar fotos para o trabalho sobre décadas. Então marquei com meus pais de irmos ao cinema assistir "As Crônicas de Nárnia - Príncipe Caspian", às 19h.
Apesar de eu não ter um namorado, fiz um programa bem legal no dia D. Foi bom e gostoso curtir meus pais, pois nessa correria do dia-a-dia a gente mal se fala, mal se vê e é bom curtir um pouquinho eles de vez em quando, só pra variar.



Informações sobre a peça "ENTRE":

Grupo Em Cena Teatro – Joinville/SC
Direção: Morgana Raitz - Dramaturgia/Elenco: Cristiano Nagel e Jonas Raitz
Sinopse: “O inferno são os outros”. A partir desta máxima do existencialismo é que o espetáculo se constrói. Utilizando fragmentos de Entre 4 paredes de Sartre e de Fando e Liz de Fernando Arrabal, traça-se uma linha entre o existencialismo e o teatro do absurdo. O espetáculo questiona as relações do indivíduo, a manipulação a que o homem está submetido, a visão distorcida da sociedade provocada por conceitos equivocados e a dificuldade na comunicação: esferas que provocam conflitos. É uma leitura do olhar do outro, que recusa a passividade do espelho que apenas reproduz. O homem é um espelho da sociedade em que vive. E o inferno, não são os outros, somos nós mesmos.