terça-feira, 29 de abril de 2008

O que os astros dizem sobre o meu jeito de amar

No post anterior falei sobre minha dificuldade de me relacionar com as pessoas e para mostrar o que estou dizendo, achei este trecho que exprime exatamente o que eu queria dizer.
Saiba o que os astros dizem sobre o seu jeito de amar:
No momento de seu nascimento, Carina, o planeta Vênus se encontrava no signo de Virgem, um signo de Terra e que portanto sente uma natural afinidade com um estilo pessoal e de vida mais natural, não apreciando artifícios e gostando de gente mais simples do que sofisticada em excesso. Sendo Virgem um signo regido pelo planeta Mercúrio, pode-se dizer que o amor em sua vida é submetido ao filtro da razão: defendendo-se das entregas afetivas, você tende a analisar muito o outro e é difícil que se entregue completamente, mantendo sempre um pé atrás, uma "trava de segurança". Virgem é um signo que possui um senso crítico extremamente aguçado; com uma olhadinha, você avalia muito mais do que os outros conseguem perceber. Com um senso apurado do que tem valor e o que não tem, do que presta e do que não presta, pode até não parecer, mas tem perfeita consciência de todas as qualidades e defeitos de suas parcerias amorosas. Em alguns casos, pode-se tornar uma pessoa crítica...

domingo, 27 de abril de 2008

Orgulho e Preconceito de Jane Austen

Lendo o livro "Orgulho e Preconceito", percebi o quão as pessoas podem se enganar com relação a uma pessoa. Às vezes, tenho a sensação de que causo a impressão errada, por ser tão tímida as pessoas podem julgar que sou orgulhosa e que menosprezo elas com superioridade, mas na verdade tenho um sério problema em me relacionar com as pessoas, principalmente com o sexo oposto que sempre me intimidam (não sei por que razão), salvo poucos que me transmitem paz e confiança. A esses fico inteiramente grata, pois me sinto bem em sua companhia e não me sinto tão acanhada e tímida, sinto-me livre para falar o que penso e opinar sobre assuntos variados, dos mais bestas aos mais sérios.
Também tenho um sério problema em relacionamentos, a qual sempre esqueço-me de destravar a trava de segurança que constantemente (aliás, sempre) uso para me auto-proteger de qualquer estranho ou de qualquer pessoa que entre na minha vida. Só depois de alguns meses ou até mesmo depois de um ano é que começo realmente a mostrar que sou de verdade, meus verdadeiros sentimentos e pensamentos. É por isso que as pessoas que não são muito cativantes, nem de longe são insistentes e que não tem muita paciência ficam de fora do meus laços de amizade, porque, talvez, vêem-me sobre um prisma totalmente diferente do que realmente sou.
Sou de longe a pessoa mais orgulhosa do mundo ou indiferente. Sou apenas escrava de minha própria timidez e insegurança, além dos meus próprios medos. Por isso, não culpo as pessoas por terem uma opinião equivocada a meu respeito.

domingo, 13 de abril de 2008

A vida pode mudar de um instante pra outro

Sexta-feira tive uma crise de choro, por alguns problemas pessoais. Daí, depois de derramar algumas lágrimas bem persistentes, parei e me senti melhor, estava mais alegrinha, mais contente. Mas como alegria de pobre dura pouco, a minha não seria diferente. Cheguei na faculdade, fui correndo pagar a mensalidade, acabei perdendo a primeira aula. Na segunda aula a professora manda fazer um exercício chato (muito chato!) e eu descubro que tem um erro no trabalho que era pra entregar nas duas últimas aulas e a gente (minha equipe e eu) não poderia entrega-lo assim. Cara! Deu altos problemas com a equipe, por causa disso. Mas ainda bem que, agora, deu uma amenizada. Está tudo mais tranquilo, melhor, resolvemos nossas diferenças. Pelo menos eu resolvi as minhas com os outros membros (que são mais duas além de mim), agora elas que tem que se resolverem sozinhas. A minha parte, como equipe, estou fazendo, tentando manter o grupo unido e bem resolvido.
Agora estou me sentindo BEM melhor, não faz idéia de como aquilo estava me prejudicando emocionalmente, psicologicamente, fisicamente e em meu relacionamento com as pessoas. Mas agora já estou MUITO MELHOR. Está tudo se resolvendo. Até mesmo meus problemas pessoais. Uhull! \o/

domingo, 6 de abril de 2008

Nem uma, nem outra

Nenhuma resposta,
Nem um carinho,
Nem uma mentira,
Nem um conforto,
Nem uma palavra,
Nem um telegrama,
Nem uma carta,
Nem um e-mail,
Nem um telefonema,
Nem uma mensagem,
Nem um recado,
Nem uma frase,
Nem um dizer,
Nem um refrão,
Nem uma canção,
Nem um verso,
Nem uma poesia,
Nem uma coisa,
Nem outra.

Carina F. da Rosa

Ontem não é mais hoje

Acordei, hoje, sentindo-me melhor. Ontem eu fiquei bem pra baixo. São coisas que acontecem, que não dá pra entender (na verdade, eu entendo e muito bem). Mas, agora, estou bem melhor. Nada como uma boa noite de sono pra resolver tudo. Nada como um travesseiro, umas cobertas e um anjo da guarda (a te fazer companhia).
Já programei o dia de hoje. Fazer trabalhos da faculdade, escrever no meu livro e pensar como escreverei um e-mail para a editora da universidade. Claro que para isso precisarei reler minhas poesias e dar uma arrumada nelas, porque cada vez que eu as leio de novo e de novo, penso que estão horríveis. As pessoas dizem que não, que estão boas. Mas eu não quero que estejam apenas boas, quero que sejam ÓTIMAS, MARAVILHOSAS, dignas de uma escritora de respeito. Apesar de que quando as escrevi, não tinha essa bagagem toda, que tenho agora, de conhecimento. Claro, somos seres humanos e estamos em constante transformação (espero que pra melhor).

sábado, 5 de abril de 2008

Solidão amarga

Solidão amarga
autora: Carina F. da Rosa

Acabei nem comendo pizza,
nem fazendo pipoca
e nem vendo filme.
Acabei chorando sozinha
numa noite fria e sem vida
perdi-me, afoguei-me,
sofri e intristeci-me,
com os fatos, conformei-me,
e com a solidão que passou
pelo meu coração, ficou.

Mas quem se importa?

Mas quem se importa?
autora: Carina F. da Rosa

Às vezes, é tão difícil sonhar
Principalmente nesses dias amargos
Em que se acorda
E tudo está mudado
Já não se reconhece mais
O rosto do vizinho, aí do seu lado
E os dias vão passando, rapidamente,
Logo viraremos pó,
Mas quem se importa?

A noite é fria, mas logo
A singela manhã que arrepia
Vem surgindo no horizonte
Que vai se perdendo na minha fronte
Pra nunca mais voltar,
Mas quem se importa?

O gosto doce na minha boca, sinto;
O perfume de flores, distinto;
A cor do mundo, destinge-se;
A vida que preservava, esvai-se;
Mas quem se importa?

Os amigos, deixei;
A família, amei;
Os sonhos, não conquistei;
Os objetivos, vesti;
Os livros, apreendi;
O inimigos, conquistei;
Amor, revoguei;
A casa, reformei;
O carro, comprei;
O computador, utilizei;
Mas quem se importa?
Nada importa mais!

Cinepizza e outras festas mais

Eu marquei para a noite de hoje uma cinepizza, a qual incluía comer pizza vendo filme. Um programa legal pra curtir junto com os amigos. Mas sabe como é que é, sempre dá algum problema. Não com intrigas, é com falta de algumas pessoas, ou melhor, bastante pessoas.
Minha irmã havia perguntado pra mim quantas viriam aqui em casa hoje para o cinepizza. Respondi que viriam só umas cinco pessoas, mais ou menos. Ela me perguntou quantas eu tinha convidado. E respondi que convidei bastantinho. Também comentei que sempre que eu faço alguma coisa só vão três, quatro ou cinco pessoas, por mais que eu convide um batalhão. Mas já nem ligo mais, já estou tão acostumada. E como minha mãe disse, sou persistente, por mais que as coisas dêem errado, estou lá continuando na labuta. Só para requisitos festas. De repente minhas mãe e irmã estejam certas, e eu deveria começar a entrar no ramo de organização de festas, porque sou boa nisso, todo mês faço uma aqui em casa, apesar do fiasco dos convidados não aparecerem, sempre consigo animar a festa.
Da próxima vez vou falar sobre o conformismo. Porque não é do meu feitio me conformar com alguma coisa. E quando falo que estou conformada com tal coisa, pode acreditar, estou MENTINDO DESCARADAMENTE!
Ah! Não posso esquecer também de escrever algumas coisas sobre como é fácil me entender, até eu mesma estou começando a perceber certas coisas muito interessantes sobre mim, através que questionamentos a mim mesma. E estou achando fascinante, é como filosofar sobre si mesmo.