domingo, 28 de dezembro de 2008

Fééééérias em Floripa

Agora as coisas estão calmas. Olhe que descobri que os pais de duas amigas minhas também estão pegando muito no pé delas, assim como meus pais. E achei engraçado (apesar de ser uma coisa chata), o que é que deu nos pais? Deu a louca, só pode!
Estamos em Florianópolis num apartamento cedido pela minha tia (irmã da minha vó) para que pudéssemos passar a virada do ano novo com a família reunida, pois tenho duas tias (filhas da minha vó) que moram aqui em Floripa. E vamos aproveitar pra ir pra praia pegar um bronzeado.
Parece que passaremos a virada do ano na Beira Mar Norte para ver o show de fogos de artifíceis. Vamos perder o show da virada da Globo, e olhe que só terá feras cantando. Salvo alguns poucos, mas que dá para aturar. Mas claro que ver os fogos ao vivo é muito mais emocionante do que pela televisão. E é preferível assim.
Agora, nos vemos no ano que vem. Feliz 2009 e que este próximo ano seja repleto de sonhos se realizando!

sábado, 20 de dezembro de 2008

Época que era pra ser feliz

Estou bem chateada. Parece-me que toda alegria me foi roubada. Talvez seja, porque não estou me sentindo muito bem, estou com dor no peito e minha cabeça está latejando, numa dor incessante e persistente. Nosso corpo reflete nossas dores da alma. E percebo que estou num grande abismo, a qual parece ser muito funda e escura. Apesar de que adoro ficar sozinha e no escuro, pois é assim que me encontro. Não quero ficar perto das pessoas que me magoaram, mas não posso ficar longe, principalmente, nesta época do ano. Natal é tempo de se estar reunida com a família, de se esquecer os problemas ou pelo menos deixá-los de lado e celebrar o nascimento do menino Jesus. Mas de que adianta celebrar uma coisa tão bonita que é o nascimento (época de perdoar as pessoas, época de compaixão e solidariedade), se as pessoas que mais amamos nos alfineta o tempo todo? Até mesmo agora? Em pleno natal?
Gosto do natal pelo significado dele e não porque ganharei presentes. Claro, que quando era criança o importante do natal eram os presentes. Agora, aprendi, a duras penas, que não importa o presente que você recebe ou o que você dá, mas sim o que ele representa.
Sempre tento juntar as pessoas. Seja numa festa ou num encontro de amigas. Mas parece que nunca dá certo. Já levei vários bolos e sempre ignorei as "mensagens". Sabe aquela propaganda "eu sou brasileiro e não desisto nunca"? Pois é, essa sou eu. Triste, vazia e solitária. Meus pais vivem dizendo pra mim que se deve aparecer para ser lembrado. Mas não importa o número de pessoas que eu conheça (o que é um número BEM grande), para mim não importa a quantidade, e sim, a qualidade. E agora só vivo na quantidade, porque qualidade está difícil em minha vida. Meu aniversário é um exemplo nítido, mandei um e-mail convidando TODOS os meus amigos para irem junto comigo ver uma peça de teatro. Ninguém me respondeu e eu fui sozinha. A peça era maravilhosa e a companhia era ótima. Claro, era eu mesma. No dia do meu aniversário, quando eu mais queria ter a companhia de um amigo, fiquei sozinha. Talvez isso seja um sinal de que eu sou a melhor amiga que possa ter. O que é óbvio que é verdade, mas, às vezes, necessitamos de alguém externo para nos ajudar e apoiar e para que nós possamos retribuir esse afeto.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

O melhor

Estava conversando com uma amiga e ela falou que eu estou mudando. O que na verdade, não estou. Mas bem que gostaria. Só que não é fácil e nem sei por onde começar e muito menos o que fazer. Queria mudar pra melhor, mas talvez o melhor não seja o bastante. Talvez o melhor não seja o melhor caminho. Talvez o caminho não seja subir para melhor, por esse melhor seria estar sozinho. E ninguém gosta de estar sozinho, apesar de que preferimos estar só do que mal acompanhado. Acompanhado é estar com quem se ama, mas nem sempre estamos, por algum motivo. Talvez o motivo seja muito besta e acabamos não valorizando aqueles que estão ao nosso lado, perto da gente. Seja na mesma casa, na mesma rua, no mesmo bairro, na mesma cidade. O que importa pras pessoas é o melhor desde os primórdios do mundo. Mas talvez devemos aprender com o passado para melhorar o futuro e não apenas seguir na mesma linha, porque é mais fácil e segura. Eu fiz assim, meu pai fez assim, meu vô fez assim, e você também fará assim. É como uma sina. Mas cabe a nós quebrá-la.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Fazendo faxina ou fazendo bagunça?

Ontem resolvi dar uma geral no meu quarto. Sabe aquelas faxinas GIGANTESCAS, a qual você começa a arrumar e depois não sabe onde colocar as coisas, porque não tem espaço e você fica se perguntando "como é que cabia tudo isso no meu quarto, antes? Sendo que joguei algumas coisas fora e doarei outras?". Pois é... Esta é a atual situação em que me encontro no momento. Espero terminar essa faxina logo, apesar de que estou com muita preguiça. Estou de FÉÉÉÉÉÉÉÉÉRIAS! Literalmente, pois não estou fazendo mais nada a não ser comer e dormir.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

É mais fácil receber crítica do que carinho

Descobri algumas coisas sobre mim em menos de um mês que mudou tudo, quero dizer, não mudou nada, só aumentou a minha aflição e minhas incertezas e dúvidas. É que percebi que devo ter síndrome de Peter Pan, porque não é normal eu me olhar no espelho e não ver uma garota de 18 anos, e sim, uma garotinha de 10, com medo e assustada com o mundo externo, então ela prefere viver no mundo interno, que ela mesma criou para si. Além do que, parece-me que tenho medo de crescer, pois parece-me que o mundo adulto é escuro, sombriu, solitário e infeliz.
Como se vence um problema? Como se vence um tipo de doença psicológica, sozinha? Sendo que ninguém acredita mais em você e parece que não podes contar com as pessoas ao seu redor? Ou interpretam errado quando você tenta explicar, distorcendo tudo o que você fala?
Também descobri que é mais fácil receber críticas do que carinho. Crítica recebemos todos os dias e são facilmente ignoráveis. Carinho, não se recebe todos os dias e são difíceis de serem ignoradas. Por isso que é mais fácil. Convenhamos, caro leitor, que deves apoiar-me em meu devaneio.
E os problemas interiores continuam, sendo maiores do que eu mesma. Um dia, ei de escrever minhas memórias e entenderão meus problemas (ou talvez surtos, chamem do que quiserem chamar) que nem mesmo eu aguento, imagine se outra pessoa fosse eu. Penso que se matava, logo na primeira oportunidade que tivesse.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

O que é o amor?

Um pouco antes de começar a lavar a louça, imaginei-me conversando com uma amiga, pois lembrei-me do que ela havia me dito na festa de aniversário de um amigo nosso. Ela disse pra mim que fazia um par muito bonitinho com um outro amigo nosso. Se realmente é verdade ou não, isso eu não posso dizer, porque não sei, nunca nos vi juntos num espelho ou fotografia, onde eu pudesse ver realmente que formamos um casal bonitinho. Depois ela me perguntou se eu ficaria com ele, ao que respondi que acha estranho. Talvez por nunca ter passado pela minha cabeça tal idéia, que não é absurda.
Imaginei ela me perguntando por que eu não ficaria com ele, ao que não ficaria com ele desse jeito. Quero dizer, com um monte de gente em volta pressionando, porque no final das contas pensaria que não foi uma escolha minha, e sim, a dos outros. Eles é que queriam que eu ficasse com ele e não eu. O que já aconteceu comigo antes.
Daí, surgiu-me a idéia do que seria o amor pra mim. O amor é uma coisa que nasce e cresce aos poucos dentro de nós. E deve ser construído e estimulado, senão ele acaba. A amizade é um bom exemplo de amor. E em todas as histórias que vejo na televisão de seriados e algumas na vida real, são exatamente a maneira como quero encontrar o amor. Dois amigos (homem e mulher) conhecem um ao outro e trocam confidências, mas sem interesse sexual ou profissional. É uma amizade pura e sincera. Aos poucos, os dois vão percebendo que gostam muito um do outro, mas muito mesmo, de não conseguirem viver um longe do outro e se assim estão é como se faltasse uma parte de si mesmo. Acredito que o amor é construído a base da amizade, porque em ambos você deve conhecer quem é a pessoa ao seu lado (não estou falando apenas do nome, onde mora, onde estuda, o que faz da vida, hobbies, cor e comida preferida isso é fácil saber, mas conhecer a pessoa de tal maneira que você consegue ler em seus olhos ou em seu corpo que a outra não está bem, mesmo que esteja sorrindo pra você) , respeitá-la, compreender que nem sempre ele (ou ela) vai estar de bem com a vida, assim como você também terá momentos ruins. Também devemos saber e aceitar que somos seres humanos capazes de cometer erros, mas acontecem. Eles acontecem e são normais. São a partir dos erros que aprendemos a crescer.

Enchente 2008

Nós morremos e nascemos todos os dias. Num simples abrir e fechar de olhos. Pelo menos é assim que me sinto todos os dias. Como se eu morresse e vivesse novamente no dia seguinte. Claro que tem dias em que já acordamos morta, porque andamos e fazemos as coisas diárias como zumbis.
Hoje o dia amanheceu tão lindo que nem dá pra acreditar, pois se olho pela janela neste exato momento só vejo nuvens cinzentas e chuva caindo. Parece que vai ser assim, até fevereiro do ano que vem. Sol e chuva. Chuva e sol. Na postagem anterior escrevi que meu humor está ligado ao tempo. Claro que influencia um pouco, chuva é bom, mas nem tanto. Não para de chover! Está chovendo desde outubro, ou seja, um mês e pouco. É pra deixar todo mundo louco, doido, deprimido, triste. E depois do dia 22/11, que aconteceram várias catástrofes no litoral catarinense por causa da chuva, não se tem clima pra nada.
Dia 22/11/2008 foi um marco em Santa Catarina, pois o litoral catarinense sofreu com enchentes, desbarrancamento de terra. Várias pessoas perderam suas casas, roupas, móveis, comida, brinquedos. Exatamente TUDO. Alguns perderam até mesmo alguns parentes ou amigos. E hoje estão vivendo de doações que são arrecadados e enviados com urgência para as cidades mais afetadas.
É triste! E continua a chover...

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Humor diretamente ligado ao tempo

Hoje estava constatando que meu humor está diretamente ligado ao clima. Pelo menos a maior parte do tempo. Quando chove, estou triste e desanimada. Quando abre aquele lindo e brilhante sol, estou feliz e irradiante. Claro que o sol nos anima! É um fator que faz muito tempo que não é visto por aqui, no sul do Brasil. Pelo menos, no litoral catarinense ele não tem aparecido. Já até começou a circular um e-mail de "procura-se o amarelinho", referente ao sol. É tão chato quando chove, não se tem muito o que fazer.
Minha cidade deveria se ter programas para se fazer na chuva, carros feitos especialmente para andar na água (tipo carro-anfíbio) de tanto que chove. Então, penso que não é por menos que estou tão pra baixo e desanimada. Também pode ser cansaço de final de ano. Mas nestes últimos tempos meu humor está inteiramente ligado com o clima.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Vontade de escrever, mas não sei o quê

Estava com vontade de escrever alguma coisa, só não faço idéia sobre o que escrever. Talvez seja meio cliché esse começo, mas é a pura verdade. Estou com vontade de escrever, mas não sei o quê.
Bom, vejamos... Alguma novidade? É, talvez, mas não me lembro. É raro alguém dizer que talvez tenha (o que seria a resposta mais sensata a se fazer), normalmente as pessoas dizem "não tenho nenhuma". Sempre se tem uma novidade pra contar, porque sempre nos acontece ou fazemos algo a cada dia que passa. Mas, às vezes, esquecemos o que nos aconteceu (como no meu caso) por simplesmente não termos prestado atenção as coisas que nos aconteceram e por estamos com a cabeça tão cheia de coisas não nos recordamos das coisas, o que é um mal da humanidade. Ou dizemos que não há novidade alguma por simplesmente ignorarmos os fatos e por ser a resposta mais prática a se dizer, outro mal da humanidade.
Ops... Acabei de me lembrar o que meus dedos estavam ansiando por digitar. É sobre concursos literários. Estou participando de um e aguardo o resultado nervosamente. É para sair este mês. A entrega dos prêmios parece que vai acontecer lá pelo dia vinte e oito. Às vezes, pego-me pensando se estes concursos fazem jus a literatura. Quero dizer, não menos prezar o trabalho dos outros e só porque nunca ganho não quer dizer que a organização seja culpa. Confesso que não sou uma escritora lá muito boa, mas queria ganhar este concurso só para fazer a oficina de literatura que vai ter. E essa oficina quem fará serão aqueles que tirarem o primeiro, segundo e terceiro lugares e os que ganharem menção honrosa. Queria ao menos ganhar a menção honrosa, o que já vale alguma coisa. Mas, alguma coisa dentro de mim fica se perguntando se não tem alguma coisa errada nesses concursos. Por exemplo, participei no ano passado de um concurso literário (só não vou escrever de onde ou de que empresa ou qualquer coisa assim pra preservar a integridade de tal). Era pra ser escrito por um grupo de alunos. Foram selecionados os melhores da minha escola e nós nos empenhamos MUITO para escrever o melhor texto que podíamos sobre o tema que fora proposto. Escrevemos um texto fabuloso, maravilhosamente maravilhoso (redundante, eu sei, mas é pra expressar o quão bom estava o texto). Mas não ganhamos nada. E fico pensando se não foi porque éramos de escola particular, porque os que ganharam nas edições anteriores e na que participamos foram apenas escolas públicas. Não estou querendo menos prezar as escolas públicas, mas isso parece um preconceito contra nós de escola particular. Só porque somos de escola particular não merecemos ganhar? Só porque pressupõe-se que o colégio tem dinheiro para comprar computadores novos para a instituição? E isso não é um tipo de preconceito? Tudo bem que pra empresa valia muito mais doar computadores para escolas públicas do que particulares, mas o concurso deveria ser por talento e não por tipo de escola, senão deveria ser restrito a apenas escolas públicas, já que a empresa quer se passar por boa samaritana. Isso me dá, não raiva, mas tristeza, porque é ridículo tal comportamento. Muitas pessoas podem se enganar com a máscara que a empresa usa, mas, como diz o ditado "quem não te conhece que te compre".

sábado, 1 de novembro de 2008

A gente se acostuma

Sou fã da autora Marina Colasanti e tem um texto dela que é maravilhoso, "Eu sei, mas não devia". E como estou vivendo um momento um pouco apertado (não financeiramente, mas com outros problemas), criei uma releitura da obra, a partir de um e-mail que enviei para uma amiga (que segue no final da postagem).
A gente se acostuma a brigar com as pessoas por pequenas bobagens. A gente se acostuma a dormir mal todas as noite. A gente se acostuma a perder a cabeça. A gente se acostuma a ter tanto trabalho a ponto de não ter tempo para a diversão ou brincar com o filho ou perceber o outro. A gente se acostuma a se estressar por nada. A gente se acostuma a apresentar qualquer coisa, seja no trabalho, na escola ou na faculdade. A gente se acostuma a tirar a mesma nota, para apenas passar de ano, mesmo que de raspão. A gente se acostuma a fazer tudo pela metade ou meia boca, por simplesmente saber que o outro não vai se importar ou elogiar. A gente se acostuma a viver na merda e a ver as injustiças do mundo e permanecer calado diante da vida. A gente se acostuma com as ingratidões, com as palavras amargas, com o vidro fechado, a porta trancada, o barulho entorpecedor. O grito, o silêncio, a dor, a morte, a solidão. A gente se acostuma com tudo o que se vê, ouve, fala, vive, presencia. A gente se acostuma a entrar em parafuso e depois recolocar tudo no lugar durante as férias, mas o tempo das férias não é suficiente para colocar tudo no lugar e ainda por cima descansar, então... NÓS NOS ACOSTUMAMOS!

E-mail que enviei à minha amiga: O negócio é que eu fui esperar o sangue esfriar antes de falar contigo, porque senão a gente podia ter brigado de verdade. Principalmente que estou um pouco estressada e nervosa com os trabalhos da faculdade (que tem um monte, principalmente pra mim que está tudo atrasado), a apresentação de teatro dia 08/11 e a reunião do grupo de jovens que minha equipe ficou responsável em fazer também dia 08/11. Além do livro de italiano que ainda nem comecei a ler que é pra entregar o resumo na sexta-feira que vem dia 07/11. Daí no dia 14/11 tem a última prova escrita de italiano. Fora as minhas frustrações diárias de não ter tempo nem pra pensar ou escrever meus romances. Nem sei como não estou entrando em parafuso. Aliás, eu estou entrando em parafuso!

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Às vezes, mundo

Às vezes, mundo
autora: Carina Freitas da Rosa

Às vezes, viemos ao mundo.
Às vezes, nascemos no mundo.
Às vezes, conhecemos o mundo.
Às vezes, sonhamos com o mundo.
Às vezes, fantasiamos mundos.
Às vezes, mudamos com o mundo.
Às vezes, descrevemos o mundo.
Às vezes, vivemos no mundo.
Às vezes, transcrevemos ao mundo.
Às vezes, o que queremos
não está em todo mundo.

Amor, amizade que pega fogo

Acredito nisso! Amor, amizade que pega fogo. Acredito, porque só quando você conhece a pessoa (suas manias, desejos, vontades, coisas preferidas) é que, realmente, vai surgindo sentimentos como admiração, carisma, companheirismo, cumplicidade, confiança e segurança. Que considero elementos principais de uma relação a dois (tanto pra amizade, quanto pra amor), pois o amor é a junção de todos os sentimentos unido num só. O que torna o amor o sentimento mais puro e belo.
Estou fazendo pesquisas mentais para entender melhor sobre relacionamentos. Quero entender várias questões que me intrigam profundamente e que quase não me deixam dormir. Acho que posso estar ficando louca, mas até que eu estou gostando. Engraçado, eu sei! Mas é a pura realidade! Estou fazendo anotações sobre as conclusões que chego para que um dia possa se tornar em um livro que já dei até mesmo um título, "Laços Humanos", que falará sobre relacionamentos e vínculos que criamos antes mesmo de nascermos. E com isso espero ajudar milhares de pessoas no mundo inteiro, porque acredito que estamos nessa vida para praticar o bem, não importando a quem.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Abra os olhos

Já percebeu que todo mundo diz que devemos abrir os olhos que seu "príncipe encantado" está onde você menos espera? Pois bem, como é que eu vou ficar de olhos abertos se a maioria dos meus amigos são garotas? E se eu fosse convidar um amigo pra ir no cinema ou ver uma peça de teatro logo pensariam que eu estou afim. Será que não podem pensar que eu gosto da companhia deles, sem segundas intenções? Por que as pessoas tem que complicar tanto se tratando de relacionamentos? Quero dizer, é tudo tão simples! E como posso me apaixonar ou amar alguém se eles já querem partir logo pra prática (ficar, namoro) ao invés de começar pela teoria (amizade)?
Às vezes, fico pensando "o que estou fazendo aqui?", eu sou tão fora DESSA realidade (no bom sentindo, não no sentido pejorativo). Sou TÃO diferente, não querendo discriminar a diferença, pois sou completamente a favor de toda a diferença do mundo. Mas, é tudo tão fácil, tão simples, tão óbvio que é difícil entender como as pessoas NÃO conseguem entender!
Estou pensando em abrir um curso para ensinar coisas importantes que se deve saber sobre os relacionamentos. Ou talvez eu escreva um livro sobre isso. Hum... Está aí, uma ótima idéia! É isso que vou fazer!

E levo esse sorriso, porque já chorei demais


Nossa! Que coisa gostosa que é a vida! Ela é simplesmente maravilhosa, apesar dos prós e contras.
Eu não ia ter muitos trabalhos da faculdade, se não estivesse atrasada com eles, por causa de uma falta na aula de desenho de observação. Ainda bem que essa história do PIBIC já terminou, senão estaria perdida. Ano que vem estou pensando em um monte de projetos. Quero ver se consigo criar outra proposta de PIBIC, só que desta vez quero fazer algo relacionado ao teatro, por exemplo, moda e teatro ou o figurino no teatro, alguma coisa assim. Também quero ver, se consigo terminar meu romance nas férias de verão. Tomara que consiga, pois durante o ano letivo é MUITO complicado, não sobra tempo para escrever quase nada. Estava pensando em trabalhar. A área de editoração gráfica, diagramação é bem interessante.
Por enquanto, está tudo tranquilo no reino das maravilhas de meu mundo. Mas tenho que terminar de ler o livro da biblioteca logo, estou desde agosto lendo-o. Não que eu leia devagar ou não goste de ler, o pior é encontrar tempo para tal e se tenho, estou morrendo de sono ou preguiça.
Ah, meu Jesus Cristinho! Agora lembrei que ainda nem comecei a ler o livro de italiano. No italiano já sei que estou ferrada. Queria me dedicar mais, só que é humanamente impossível, principalmente se tratando de mim. Confesso que sou desorganizada e preguiçosa, mas vai dormir tarde e levantar cedo pra ver se você também não ficaria preguiçoso. Pensando bem, acho que tenho bastante coisa pra fazer e se eu não começar logo, vou me ferrar!
E a vida social você pergunta? Nunca tive, quero dizer, sempre tive, mas não daquelas de ir à balada. Pra ser BEM sincera nunca fui de balada. Não gosto muito. Prefiro festas particulares. Essas, eu adoro!
Às vezes, eu acho que mudo de assunto como se muda de roupa. Talvez, seja paranóia minha. Talvez, não. Quem sabe? Eu não costumo ler duas vezes, só se for uma cronica ou poesia, daí eu quero que fique perfeita. Mania a minha de perfeição! ¬¬
É gostar de escrever, né? Quero ver quem leria tudo isso, se alguém entrasse aqui.

domingo, 26 de outubro de 2008

Vida, uma caixinha de surpresas

Minha vida é baseada em incertezas e de meias verdades. Considero isso como uma virtude ou um dom, um milagre divino, um sopro de vida que carrego na escuridão da minha mente, na luz de minha alma. A incerteza do que viverei amanhã é a certeza de que algo de novo vou conhecer. As meias verdades... Bom, não são más, mas nos deixam abater. Gosto de viver em minhas meias-verdades, pois são nelas que crio meu mundo. Um mundo inteiramente meu. Um mundo repleto de amor, paz, fantasias e muita magia.
Vivo em constante alegria, apesar de que não desperdiço a tristeza. As pessoas tem o mau hábito de julgarem a tudo e a todos. E a tristeza é um dos sentimentos prejudicados com o pré-conceito. Pois ela não é ruim. É um sentimento nobre que nos avisam quando as coisas em nossa vida não estão indo bem. É o alerta!
As lágrimas que, às vezes, rolam pelo meu rosto não são de todo mal. Elas limpam, purificam e aliviam minhas dores e dissabores. Somos parte de um todo. Somos parte de nós mesmos. Vivamos como Deus manda. Vivamos como nossos coração, mente e alma dizem para fazermos.
Vida, uma caixinha de surpresas. Basta que nós olhemos as coisas com outros olhos que tudo que é difícil, feio, chato, desanimador e triste fica mais fácil, belo, legal, empolgante e alegre. Basta uma pequena parada para observar o mundo a nossa volta para saber que ele é magnífico!

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Choradeira na aula de italiano

Hoje a aula de italiano teve prova oral e exercícios, também oral. E um dos assuntos que falamos era sobre amizade. Pra quê? Deu uma choradeira... Claro que eu tive que chorar mais, porque sou uma chorona nata! Mas também, vai perguntar sobre amizade justamente pra mim? Pra quê, né?
Recordei-me do tempo em que minha melhor amiga, companheira e irmã ainda era viva. Que saudades tenho dela. Minha bonequinha e filhinha amada que vive em meu coração e pensamentos, porque a amo demais e nunca me esquecerei de como éramos felizes juntas, de como brincávamos, de como riamos e nos divertíamos.
Tu és a amiga que sempre esteve do meu lado em cada momento de sua breve e curta vida. Tu fostes o meu anjinho a estrela que mais brilho, os raios do sol que me iluminou, a flor que desabrochou e falta que me causou.
Por que as coisas tiveram esse fim? Por que chegaram a esse ponto? Sinto tanto a sua falta! E espero que aonde quer que estejas, estejas bem, feliz e segura. E que nunca se esqueça de nós que amamos muito, por mais que tenhas passado rapidamente em nossas vidas, já deixaste uma marca, uma marca profunda em nossas lembranças e corações. Amo-te Marina e sempre vou te amar!
"Eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
Em cada despedida eu vou te amar
Desesperadamente eu sei que vou te amar
E cada verso meu será
Pra te dizer que eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que a tua ausência me causou
Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver
A espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida."
(Tom Jobim / Vinícius de Moraes)

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Estresse e correria

Nooooossa! Estou tão estressada e cansada que preciso desabafar um pouco, apesar que está chegando a hora de ir pra faculdade e eu ainda nem arrumei meu material. Mas a necessidade de falar e escrever pra alguém falou mais alto aqui dentro do peito. Preciso aliviar o peso.
Bom, o negócio é que tenho muitas coisas pra fazer e estou sofrendo a maior pressão pela professora da faculdade, tudo por causa de um projeto de pesquisa (que está me tirando o sono), porque de moda não tem nenhum ainda, mas também, o curso é novo, né?
O pior de tudo é que não tenho só a proposta do projeto de pesquisa pra entregar, tenho outros trabalhos da faculdade, arrancar o último ciso e mais um monte de pipinão. Penso que as pessoas acham que não tenho mais nada pra fazer da vida, porque sempre me colocam em cada furada (furadas boas, mas que me deixam aflitíssima).
Olha, esse ano eu me estressei demais, por causa das pessoas. Elas quando dão pra enxer, conseguem transbordar o copo. É tanta coisa! Não é a toa que quando chega domingo durmo o dia inteiro, mas também as pessoas só sabem me chamar e chamar e chamar. Parece até que não conseguem fazer nada sem mim. Cruzes! Daí, se eu ficar doente, vocês já sabem porquê.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Coisas do core

Estava eu aqui no orkut da minha amigona, quando vi em seu perfil que ela tinha um blog. Interessei-me logo que vi o link. Entrei. E comecei a ler do primeiro texto que ela escreveu ao último e em cada um, eu fazia uma observação num comentário. Estou adorando. É tão bom saber sobre o que anda acontecendo na vida de quem amamos.
Ela escreveu em um dos post que ela ficou decepcionada emocionalmente, então ela começou a se dedicar ao estudo para esquecer os contos de fada e principes encantados. Foi aí que apareceu alguém. Bem, aconteceu a mesma coisa comigo. Mas apareceram alguéns. E ninguém que me correspondia de fato, apesar de que nutro secretamente um amor ou talvez dois, que se eles se interessarem por mim iria correndo para seus braços.
Bom, talvez a vida não seja exatamente como gostaríamos. E estava pensando em algumas coisas que estão acontecendo e cheguei a conclusão de que me irrito com coisas tão... Pequenas! Na verdade, é apenas com uma coisa que está me irritando. E o pior de tudo, é que está relacionado com minha vida amorosa, que é uma piada! Não que eu seja feia ou que não aparecem garotos interessandos. Até que aparece! Mas não são como eu espero que sejam. Quero dizer, eu espero que seja um homem que me passe segurança, que eu me sinta segura perto dele, além de amada, é claro! E até agora só apareceram garotos, a qual me sentia uma palhaça, pra ser bem sincera. E eu não gosto de me sentir assim. Não sou uma palhaça para ser motivo de chacota.
Estou escrevendo tudo isso porque tem uma pessoa que não tem nada a ver comigo, mas ele fica correndo atrás, sendo que não vai ter chance, eu sei. Meu coração é que manda em mim e não minha cabeça, por isso sei muito bem. E quando meto uma coisa na cabeça é difícil de tirar. E esse mesmo cara fica me ligando de vez em quando e nas horas mais impróprias. Descobri que me irrita falar no telefone, engraçado, né? Eu prefiro uma carta eletrônica ou por correspondência. Mas telefone é uma coisa, na minha opinião, para se usar apenas pra deixar recado ou mensagens rápidas do tipo "vamos sair?", "liguei pra dizer isso". Um telefonema deve ser objetivo e não ligar apenas por ligar. Se assim for pelo menos diga "só liguei pra ouvira sua voz", porque isso é romantico e lindo, apesar de que não adiantaria muito que fosse uma pessoa que eu não amasse e, principalmente, se eu estivesse estressada ou cansada.
O ser humano é um bicho complicado de se entender.

domingo, 21 de setembro de 2008

Dia Especial

Sabe quando vai chegando aquele dia e o coração vai batendo mais forte e mais rápido? A ansiedade aumenta e você quer que tudo dê certo? Que a casa fique arrumada. Que o sol brilhe mais forte. Que a chuva lave a alma. Que a vassoura varra as tristezas para longe. Que a maldade fique de fora. Que as pessoas que você ama venham ao seu encontro, sem que tenhas que correr atrás. Que elas te desejem "felicidades". Que digam o quanto te amam, o quanto és importante para elas.
Sabe aquele dia especial, que você fica anciando que o tempo ande depressa para que ele chegue e quando chega reza para que ele nunca acabe?
Um sorriso, uma flor, uma ave rasgando o céu. Uma manhã, uma tarde, uma noite. Um desejo incalculável. Um sonho formado. Uma fantasia a desbravar. Tudo isso só se resume a um único dia, o dia mais especial de nossas vidas. O dia em que viemos ao mundo. O dia do nosso aniversário.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Está chegando, o tão esperado dia!

A anciedade começa a bater.
O nervosismo aflora no peito.
Correria e preparativos.
Comidas, bebidas, convites.
Nada pode faltar.
Nada pode estar fora do lugar.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

A dorzinha da saudade

Saudade, dorzinha que não passa
com apenas um sorriso;
dorzinha que não aceita
apenas um carinho;
dorzinha que não se contenta
com apenas um "oi";
dorzinha que não sossega,
enquanto não vê;
dorzinha que só se apazigua
com quem se ama.


Carina F. da Rosa

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Das coisas nascem coisas

"Das coisas nascem coisas" de Bruno Munari, é um livro muito interessante que peguei na biblioteca um pouco antes das férias de julho para me distrair um pouco e para saber mais sobre a área que estou me profissionalizando, que é o DESIGN. E descobri uma porção de coisas novas e interessantes. É de uma liguagem de fácil compreensão, gostosa e divertida de se ler.


Joseane Maria Parice Bufalo professora de creche da rede municipal de Campinas e doutoranda da FE/Unicamp descreveu:
"Sua leitura é peculiar, pois tem uma organização inovadora entre os seus conteúdos e o modo como são apresentados. Com formatos de letras em vários tamanhos, em vários sentidos, e não obrigatoriamente como no código de leitura ocidental que se dispõe da esquerda para a direita. Além de muitas imagens em fotos, em desenhos técnicos de projetos, fotomontagens, desenhos artísticos, imagens de sistema gráfico de comunicação visual e esquemas. Dizendo assim, pode até parecer um receituário ou um manual, mas não se trata disso, e sim, de um texto que nos leva a rememorar conhecimentos e a construir outros.
Ao trabalhar desta maneira, o autor polariza com o nosso olhar treinado para as formas bidimensionais, que compõe o universo da leitura e da escrita e propõe um rompimento nessa forma de as pessoas verem o mundo, no sentido de enxergarem dimensões novas, ou por vezes esquecidas, ou ainda não utilizadas nas construções de projetos.
O pano de fundo que permeia esta obra é a questão da metodologia de projetos. E Munari aborda este assunto afirmando que é necessário ter conhecimentos sobre metodologia, enfatizando também, e não apenas, a utilização da criatividade na construção de um objeto. Mas que ela não deva ser uma improvisação sem método.
Como parte desta metodologia, o autor debate nos diferentes campos do conhecimento com temas tais como: culinária, mobiliário, espaços públicos e privados, objetos de trabalho, objetos de decoração, brinquedos, jogos, livros, veículos, ruas e imagens em geral."
Recomendo a leitura!

domingo, 3 de agosto de 2008

A chuva que cai nem sempre é ruim

A chuva é boa
para molhar a terra,
dar vida as plantas,
limpar a alma,
varrer nossas tristezas,
renovar nosso animo,
e trazer novas esperanças
de um novo amanhacer,
mais bonito,
mais explendido
e mais iluminado!

Carina Freitas da Rosa

sábado, 2 de agosto de 2008

Recordações

Ansiava por sua chegada. Nada mais fazia senão esperar. Nada mais realizava, nada mais via. Só sentia aquela vontade imensa de tê-la nas mãos. Corri ao seu encontro, quando chegaste foi a maior alegria. Senti o som do palpitar em meu coração a cada passo mais perto de ti. Não podia mais conter as lágrimas a rolar e a vibração de minha alma retumbar. Perdi os sentidos. Já não importava o tempo que não existia mais. Eramos apenas tu e eu na imensidão do universo, iluminados pelo céu estrelado.
O encontro que se sucedeu foi como puro êxtase, enquanto suavemente passava minhas mãos pelo seu corpo nu definhado pelo tempo. Já haviam se passado tantos anos. Mal dava para ver as linhas, antes, perfeitas. E em cada dobra das rugas em sua face guardam recordações de um passado remoto de ardor, paixão, calor e amor.
As palavras ditas, as palavras não ditas. As brigas, os carinhos, as confidências. Tudo agora é passado. E neste instante me recordo de todos os momentos, de uma lembrança remota há quase esquecida, há quase perdida, onde neste momento restauro, com emoção nos olhos, e sentindo uma vez mais a flor abrochar em meu coração.
Momentos felizes de prazer, guardei para sempre comigo no fundo de meu ser, nos sonhos abstratos, nos recortes antigos, nos cofres do coração, onde o tempo e a memória nunca apagarão.

Carina F. da Rosa

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Coisas à fazer nas férias de julho 2008

1) Juntar minhas melhores poesias e arrumar para falar com minha tia para publicação;
2) Continuar a escrever meu romance "Christal";
3) Ver filmes e documentários sobre prostituição infantil;
4) Estudar minhas falas das peças de teatro;
5) Estudar forma de falar e agir nas peças de teatro;
6) Treinar no AutoCAD e minha criatividade; OK
7) Enviar currículos; OK
8) Retiro dias 11, 12 e 13/07; OK9) Noite do soninho aqui em casa dia 14/07; OK
10) Aniversário Morgana dia 18/07 (sexta) ás 19h30 na casa dela; OK
11) Faxina no meu quarto e no banheiro; OK12) Pedir para o meu pai arrumar a porta do meu quarto;
13) Ler os livros que peguei na biblioteca da facul; OK
14) Aprender a fazer crochê, cachecol e a costurar na máquina;
15) Dia 10/07 Cine pizza aqui em casa (pessoal facul); OK
16) Composições atrasadas de italiano;
17) Trabalho linguagem visual: Composição; OK
18) Aniversário do Augusto (meu primo) dia 18/07; OK
19) Acampamento Monte Crista dias 16 e 17/07. OK

Até que é pouquinha coisa, mas algumas vão dar um trabalhão... Ah, vão!

quarta-feira, 9 de julho de 2008

25 maravilhas do mundo

Lista das 25 maravilhas do mundo (não necessariamente nessa ordem):

1- Arroz e feijão;
2- Farofa;
3- Amendoim;
4- Chocolate;
5- Pipoca;
6- Pinhão;
7- Couve-flor;
8- Pepino;
9- Milho;
10- Brigadeiro;
11- Bolo de cenoura;
12- Bolo de fubá;
13- Nega-maluca;
14- Bolo de chocolate com recheio de leite condensado cozido com cobertura de chocolate branco;
15- Bombom de bolacha;
16- Torta de bolacha maria de chocolate com creme de leite e leite condensado;
17- Empadão;
18- Leite condensado;
19- Gelatina (menos verde que tem gosto de detergente);
20- Bolo sensação (principalmente o da Panificadora São José);
21- Pudim de leite (banho maria - da minha vó);
22- Musse de chocolate;
23- Sorvete;
24- Morango com leite condensado e chocolate (sobremesa);
25- Cookie de chocolate.

domingo, 29 de junho de 2008

Sem Título

Que me vale a idéia
Se não sei usá-la?
Que me vale o sonho
Se não posso realizá-lo?
Não me importa o mundo lá fora
Pois nele eu não me encaixo
Quem me dera achar as palavras certas
Para a vida tão incerta
Contar o tempo que passou (ou passará)
Contar da vida que virá
Levantar a cabeça
Olhar o além
Enxergar o futuro
Mesmo ele sendo escuro
Deixa o tempo e escreve
Deixa a escrita e dorme – sonhe
Sonhe que escreve palavras (e palavras)
Sonhe com a vida (que passa)
E deixa de lado a idéia
De não olhar o futuro
Mesmo ele sendo escuro.

(Autor Desconhecido)

Cair e levantar é preciso!

Às vezes, tudo arrasa, tudo machuca, nos faz sofrer. Mas saiba que é importantíssimo saber que cada dor, cada decepção, é incrivelmente necessário para o nosso amadurecimento. Apesar de ser difícil, superar é importante, pois cair é humano e levantar-se é divino.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Preguiça, justo hoje?

Sabe aqueles dias em que acordas com vontade de fazer nada? Pois é, quando começas o dia assim, meu querido, é hora de voltar pra cama, porque não adianta nada tentares mudar seu estado de espírito, ele não vai mudar.
Hoje, já deu pra notar que eu acordei assim. Quero dizer, na verdade acordei meio carente, com uma vontade louca de conversar com os amigos, colocar o papo em dia, fofocar sobre a minha vida, fofocar sobre a vida deles. Sabe como é que é. Quando a saudade bate, não adianta nada. Não adianta tentar fngir que vai fazer os trabalhos da faculdade, não adianta estudar para a prova de hoje à noite na faculdade, porque a vontade continua firme e forte, até matares seu desejo ardente por falar com aquele(a) amigo(a) que faz uma cara que não o(a) vê mais.
Pois é, é assim que estou hoje. Com vontade de falar e escrever e digitar para meus amigos. Porque saudade é tamanha que nem imaginas o quanto! O pior é que eu tenho prova de metodologia de projeto hoje à noite e nem estudei ainda, fora os muitos trabalhos que tenho que fazer. Que doidera! Justo hoje eu fico assim, melhor hoje do que nos próximos dias, que eu vou precisar de horas extras no meu relógio para dar conta de tudo. E internet? Nem pensar, então vou aproveitar hoje para fazer tudo o que preciso nela, pra mim não cair na tentação nos próximos dias, porque, senão, estarei ferrada.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Coisas a fazer de 26/06 a 08/07

1) Refazer sombreamento evento "Moda com Responsabilidade Social"; OK (dia 01/07)
2) Composição nas proporções áureas em folha A4; OK (dia 26/06)
3) Refazer desenho garrafa - cilindro, cone, cilindro, argola; OK (dia 26/06)
4) Avaliação da disciplina de Desenho de Observação; OK (dia 26/06)
5) Desenho 4 objetos (cilindro, cone, esfera e argola) numa olha A4; OK (dia 26/06)

6) Composição objetos anteriores nas proporções áureas folha A3; OK (dia 01/07)
7) Desenho de um objeto formado por várias formas geométricas folha A3; OK (dia 30/06)
8) Proposta 7 - Linguagem Visual; (não precisa mais, agora só depois das férias)
9) PowerPoint Materiais Expressivos - ROMA; OK (dia 08/07)
10) PowerPoint Metodologia de Projeto - Moda Jovem Trabalhador; OK (dia 04/07)
11) Trabalhos de Fotografia (Anos 80 e Fotógrafo); OK (dia 03/07)
12) Achar e fazer orçamento de costureira; OK (dia 02/07)
13) Pesquisar Natureza Morta e Paul Cezane; OK (dia 29/06)
14) Estudar para avaliação de história da arte e da moda - Egito, Grécia e Roma; OK (dia 30/06)
15) Estudar para avaliação de Metodologia de Projeto; OK (dia 27/06)16) Refazer a parte escrita do trabalho de Metodologia de Projeto - Briefing, Painel Semântico, Análise Diacrônica, Questionário/Resultados, Pesquisa de Tendências, Análise Sincrônica, Diagrama de Ishikawa, Criações/Coleção; Memorial Descritivo... OK (dia 04/07)
17) Matriz de Decisão - bolsas; OK (dia 02/07)18) Arranjar folhas de bananeira; OK (dia 29/06)
19) Enviar e-mail para saber que materiais levar na quarta-feira; OK (dia 02/07)
20) Enviar e-mail combinando com as meninas dia 09/07; OK (dia 29/06)
21) Colocar a blusa dos Correios na quiboa para descolorir; OK (dia 28/06)
22) Terminar de lavar as tampinhas de garrafa PET; OK (dia 10/07)
23) Enviar música de anos 80 pra Fernanda; OK (dia 02/07)24) Enviar pro Gugo a proposta 7 no orkut; OK (dia 29/06)

Ufa! Ainda bem que é só isso!

domingo, 22 de junho de 2008

Meu tempo

Essa semana fiquei me perguntando o que eu queria pra mim. Se a faculdade que estou fazendo era realmente o que eu queria. Se eu não havia escolhido errado. Sabe, bateu aquela insegurança, pois eu não sei ainda direito em que solo estou pisando. Claro que não amo de paixão a minha faculdade, tem umas coisas chatas de vez em quando, mas tem muita coisa legal e interessante que estou aprendendo. E gosto de aprender coisas criativas. Apesar de que, apesar de tudo, às vezes, penso que não tenho muita criatividade com algumas coisas. Talvez os professores exigem coisas que eu não sei fazer ou mexer. Que são coisas que vamos ver no ano que vem, pelo que eu puder ver na grade curricular. E é um saco um professor ficar exigindo de você uma coisa que você ainda não viu, não conhece e nem sonha em conhecer. Tudo bem que faculdade você tem que pesquisar e se virar sozinho, mas também nem tanto, né?
Gosto de ter um tempo de adaptação de um semestre pelo menos, para me acostumar com a mudança, com o novo estilo e nova formação. Mas é uma pena que ninguém dá esse tempo de adaptação pra nós, quero dizer, pra mim. O meu tempo é diferente do das outras pessoas. O meu tempo é mais devagar, porque gosto de analisar, pensar para depois tomar um partido ou seguir por um caminho, só se eu já tiver uma certeza absoluta desde o início daí é outra coisa. Mas, senão, preciso de tempo.
As pessoas, às vezes, se estressam por tão pouco. Bom, eu não vou dizer que não me estresso, porque eu me estresso e MUITO. Mas é principalmente, porque as pessoas não respeitam o MEU tempo. E o meu tempo é mais ou menos parecido com o tempo de Deus. Sou muito tranquila com relação ao tempo. Apesar de que o tempo está passando cada vez mais depressa. Na verdade ele não está passando depressa, somos nós seres irracionais que criamos muitas atividades para fazer e ficamos sem tempo para viver.
A culpa é nossa pelo tempo existir, pois senão fosse por nós o tempo não existiria. Então, culpe o cara aí do lado por você não ter tempo, mas culpe também a si mesmo por isso.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Cinco de junho

Na quinta-feira do dia 5 de Junho, tive uma aula diferente na Cidadela Cultural Antártica, onde visitamos duas exposições (Mapas - Deslocamento de João Machado e Apofenia de Sérgio Canfield) e assistimos ao documentário "À Luz de Schwanke".
Apofenia de Sérgio Canfield - “Na série denominada Apofenia, Canfield usa o preto e branco, com leves nuances de cores escuras, em acrílico e outros materiais sobre tela” , remetendo-nos ... “àqueles que não foram escolhidos, àqueles que nunca foram selecionados para nada, os habitantes da sombra, os moradores do nada, os ante-seres.” (Inácio Carreira , 2008).
Mapas/Deslocamento de João Machado - Mostra os trabalhos desse artista em diversos formatos e técnicas, girando em torno do tema do "deslocamento", um tema bastante interessante, sendo que o artista passou por vários deslocamentos, indo de uma cidade a outra, um país a outro, assim por diante. Ele quis mostrar que na nossa vida passamos por muitos deslocamentos em nossa vida, uns bons outros nem tanto, mas que sempre nos ajuda a crescer e a desenvolver nosso espírito e construir nosso carácter. O trabalho de João Machado não lembra o trabalho do pai, pois ele tem um jeito próprio que encanta, assim como o do pai dele, Juarez Machado, não é melhor nem pior, é apenas diferente.

Dia 9 a 12 de junho

Essa semana foi divertida, quero dizer, mais ou menos isso. O caso é que na segunda-feira dia 9/06, minhas mãe e irmã e eu fomos assistir a uma peça de teatro, porque está acontecendo na cidade o evento Cena 5, onde ocorrem várias peças de teatro todos os dias, durante um período de Junho. Como essas peças normalmente ocorrem à noite eu tive que faltar aula para assistir a peça e não me arrependo de não ter ido a aula pra assistir a peça, chamada "ENTRE". É muito interessante e nos faz refletir sobre nós mesmos, nossa vida, nossas atitudes no dia-a-dia, entre outras coisas. E que o inferno não são os outros, o inferno somos nós mesmos, porque somos nós que nos julgamos e nos vemos o tempo todo, não conseguimos fugir de nossos olhos, não conseguimos esconder nada de nós mesmos. E é por isso que o inferno está dentro de nós e não nos outros.
Na terça-feira, dia 10/06, eu fui arrancar o ciso, foi por isso que nem fui pra aula. Nem dava, estava com um lado do rosto inchado e anestesiado, como eu iria? O mais engraçado é que no meio da cirurgia (para arrancar o dente), eu tive uma vontade enorme de cair na gargalhada, mas eu não podia, tive que me conter ao máximo. Só eu mesmo pra ter esses acessos no meio de situações complicadas e delicadas.
Na quarta-feira, dia 11/06, fiz uma aparição na faculdade. Fui pra aula, depois de algum tempo sem ir. Mas eu estava bem desanimada. Aliás, algo está acontecendo na nossa turma e com os professores, parece que todos estão desanimados. Pelo menos, foi o que me pareceu. Espero estar redondamente enganada, ou talvez seja por causa do frio.
Na quinta-feira, dia 12/06 (dia dos namorados), não era necessário ir pra faculdade nesse dia, porque outra equipe iria tirar fotos para o trabalho sobre décadas. Então marquei com meus pais de irmos ao cinema assistir "As Crônicas de Nárnia - Príncipe Caspian", às 19h.
Apesar de eu não ter um namorado, fiz um programa bem legal no dia D. Foi bom e gostoso curtir meus pais, pois nessa correria do dia-a-dia a gente mal se fala, mal se vê e é bom curtir um pouquinho eles de vez em quando, só pra variar.



Informações sobre a peça "ENTRE":

Grupo Em Cena Teatro – Joinville/SC
Direção: Morgana Raitz - Dramaturgia/Elenco: Cristiano Nagel e Jonas Raitz
Sinopse: “O inferno são os outros”. A partir desta máxima do existencialismo é que o espetáculo se constrói. Utilizando fragmentos de Entre 4 paredes de Sartre e de Fando e Liz de Fernando Arrabal, traça-se uma linha entre o existencialismo e o teatro do absurdo. O espetáculo questiona as relações do indivíduo, a manipulação a que o homem está submetido, a visão distorcida da sociedade provocada por conceitos equivocados e a dificuldade na comunicação: esferas que provocam conflitos. É uma leitura do olhar do outro, que recusa a passividade do espelho que apenas reproduz. O homem é um espelho da sociedade em que vive. E o inferno, não são os outros, somos nós mesmos.

sábado, 31 de maio de 2008

TEXFAIR 2008

Essa semana foi uma semana corrida e agitada. Tive duas viagens programadas na faculdade. Uma foi pra Curitiba e a outra foi pra Blumenau, a qual fomos na quarta e na sexta feiras, respectivamente.
Em Curitiba visitamos o museu Andrade Muricy que ocorria duas exposições simultaneamente. No primeiro andar havia uma exposição de arte contemporânea e no segundo andar havia uma de design japonês. Depois fomos para o shopping Estação para almoçar e ver uma exposição de cultura japonesa e visitar o boticário que está com uma exposição permanente da história do perfume, a qual é muito interessante, pois assim conhecemos a sua origem e sua fabricação. Após, fomos para o museu Oscar Niemeyer (mais conhecido como museu do olho). Lá vimos exposições de Segall (Realista); Júlio Quaresma (Homem.com-se); Bacon, Freud, Moore (figuras e estampas); Cildo Meireles (algum desenho [1963-2008]); Ex-votos (memória e devoção); Eduardo Frota (Intervenção em trânsito II- Carretéis); Roberto Linsker (Mar de homens). E claro que não podíamos deixar de visitar o Jardim Botânico da cidade que é a coisa mais maravilhosa e mais encantador que tive o prazer que visitar, ainda mais no pôr-do-sol. Senti-me como num filme, bem que a minha cidade poderia ter alguma coisa assim, pois é o que sinto falta aqui, um lugar espetacular, onde se possa caminhar, ler um bom livro e ficar em paz em meio a natureza perto de casa ou perto do centro.
Em Blumenau, ontem (sexta-feira), fomos para a TEXFAIR que fora consolidada como um importante centro de referência que dita moda e tendências, encontrando-se em sua 9ª edição reunindo as mais expressivas marcas do setor e as maiores indústrias têxteis e de confecções do País para apresentar os lançamentos e coleções Primavera-Verão 2008/2009, nos segmentos de cama, mesa, banho, vestuário, malharia e decoração.
Foi legal conhecer as tendências, ver o que tanta criatividade reunida junto. Fora que é maravilhoso, se aprende muito lá, principalmente quando se encontra um estilista que fala contigo de igual para igual contando um pouco mais sobre sua coleção. Mas é duro ir numa feira como esta sendo estudante, pois tem pessoas que não te respeitam, tratando-te como um lixo qualquer, que está lá para espionar o que os outros estão fazendo e produzindo, só para buscar inspiração ou copiar. O que achei SUPER INJUSTO. Não sou espiã para fazer tal coisa, sou apenas uma aprendiz da moda do primeiro ano ainda, mal sei os termos da moda e muito menos sobre tecidos e o que posso fazer com eles. Ainda não sei nem o bê-a-bá da moda.
Isso foi muito chato, fora os seguranças do evento também que encheram o saco. Mas tudo bem, eles só estavam cumprindo ordens.
Mas será que as pessoas não poderiam ser mais razoáveis e menos psicóticas e paranóicas?

sábado, 17 de maio de 2008

Pura alegria

Pura alegria
(autora: Carina Freitas da Rosa)

Estou numa alegria
que desafia qualquer ciência
que supera qualquer dor
que alcança qualquer ardor
que transforma qualquer superfície
que transborda qualquer planície
que me consome numa poderosa canção
que se apodera de meu corpo
e de minha alma na maior redenção
num estado de nostalgia penetrante
e completamente extasiante.

terça-feira, 29 de abril de 2008

O que os astros dizem sobre o meu jeito de amar

No post anterior falei sobre minha dificuldade de me relacionar com as pessoas e para mostrar o que estou dizendo, achei este trecho que exprime exatamente o que eu queria dizer.
Saiba o que os astros dizem sobre o seu jeito de amar:
No momento de seu nascimento, Carina, o planeta Vênus se encontrava no signo de Virgem, um signo de Terra e que portanto sente uma natural afinidade com um estilo pessoal e de vida mais natural, não apreciando artifícios e gostando de gente mais simples do que sofisticada em excesso. Sendo Virgem um signo regido pelo planeta Mercúrio, pode-se dizer que o amor em sua vida é submetido ao filtro da razão: defendendo-se das entregas afetivas, você tende a analisar muito o outro e é difícil que se entregue completamente, mantendo sempre um pé atrás, uma "trava de segurança". Virgem é um signo que possui um senso crítico extremamente aguçado; com uma olhadinha, você avalia muito mais do que os outros conseguem perceber. Com um senso apurado do que tem valor e o que não tem, do que presta e do que não presta, pode até não parecer, mas tem perfeita consciência de todas as qualidades e defeitos de suas parcerias amorosas. Em alguns casos, pode-se tornar uma pessoa crítica...

domingo, 27 de abril de 2008

Orgulho e Preconceito de Jane Austen

Lendo o livro "Orgulho e Preconceito", percebi o quão as pessoas podem se enganar com relação a uma pessoa. Às vezes, tenho a sensação de que causo a impressão errada, por ser tão tímida as pessoas podem julgar que sou orgulhosa e que menosprezo elas com superioridade, mas na verdade tenho um sério problema em me relacionar com as pessoas, principalmente com o sexo oposto que sempre me intimidam (não sei por que razão), salvo poucos que me transmitem paz e confiança. A esses fico inteiramente grata, pois me sinto bem em sua companhia e não me sinto tão acanhada e tímida, sinto-me livre para falar o que penso e opinar sobre assuntos variados, dos mais bestas aos mais sérios.
Também tenho um sério problema em relacionamentos, a qual sempre esqueço-me de destravar a trava de segurança que constantemente (aliás, sempre) uso para me auto-proteger de qualquer estranho ou de qualquer pessoa que entre na minha vida. Só depois de alguns meses ou até mesmo depois de um ano é que começo realmente a mostrar que sou de verdade, meus verdadeiros sentimentos e pensamentos. É por isso que as pessoas que não são muito cativantes, nem de longe são insistentes e que não tem muita paciência ficam de fora do meus laços de amizade, porque, talvez, vêem-me sobre um prisma totalmente diferente do que realmente sou.
Sou de longe a pessoa mais orgulhosa do mundo ou indiferente. Sou apenas escrava de minha própria timidez e insegurança, além dos meus próprios medos. Por isso, não culpo as pessoas por terem uma opinião equivocada a meu respeito.

domingo, 13 de abril de 2008

A vida pode mudar de um instante pra outro

Sexta-feira tive uma crise de choro, por alguns problemas pessoais. Daí, depois de derramar algumas lágrimas bem persistentes, parei e me senti melhor, estava mais alegrinha, mais contente. Mas como alegria de pobre dura pouco, a minha não seria diferente. Cheguei na faculdade, fui correndo pagar a mensalidade, acabei perdendo a primeira aula. Na segunda aula a professora manda fazer um exercício chato (muito chato!) e eu descubro que tem um erro no trabalho que era pra entregar nas duas últimas aulas e a gente (minha equipe e eu) não poderia entrega-lo assim. Cara! Deu altos problemas com a equipe, por causa disso. Mas ainda bem que, agora, deu uma amenizada. Está tudo mais tranquilo, melhor, resolvemos nossas diferenças. Pelo menos eu resolvi as minhas com os outros membros (que são mais duas além de mim), agora elas que tem que se resolverem sozinhas. A minha parte, como equipe, estou fazendo, tentando manter o grupo unido e bem resolvido.
Agora estou me sentindo BEM melhor, não faz idéia de como aquilo estava me prejudicando emocionalmente, psicologicamente, fisicamente e em meu relacionamento com as pessoas. Mas agora já estou MUITO MELHOR. Está tudo se resolvendo. Até mesmo meus problemas pessoais. Uhull! \o/

domingo, 6 de abril de 2008

Nem uma, nem outra

Nenhuma resposta,
Nem um carinho,
Nem uma mentira,
Nem um conforto,
Nem uma palavra,
Nem um telegrama,
Nem uma carta,
Nem um e-mail,
Nem um telefonema,
Nem uma mensagem,
Nem um recado,
Nem uma frase,
Nem um dizer,
Nem um refrão,
Nem uma canção,
Nem um verso,
Nem uma poesia,
Nem uma coisa,
Nem outra.

Carina F. da Rosa

Ontem não é mais hoje

Acordei, hoje, sentindo-me melhor. Ontem eu fiquei bem pra baixo. São coisas que acontecem, que não dá pra entender (na verdade, eu entendo e muito bem). Mas, agora, estou bem melhor. Nada como uma boa noite de sono pra resolver tudo. Nada como um travesseiro, umas cobertas e um anjo da guarda (a te fazer companhia).
Já programei o dia de hoje. Fazer trabalhos da faculdade, escrever no meu livro e pensar como escreverei um e-mail para a editora da universidade. Claro que para isso precisarei reler minhas poesias e dar uma arrumada nelas, porque cada vez que eu as leio de novo e de novo, penso que estão horríveis. As pessoas dizem que não, que estão boas. Mas eu não quero que estejam apenas boas, quero que sejam ÓTIMAS, MARAVILHOSAS, dignas de uma escritora de respeito. Apesar de que quando as escrevi, não tinha essa bagagem toda, que tenho agora, de conhecimento. Claro, somos seres humanos e estamos em constante transformação (espero que pra melhor).

sábado, 5 de abril de 2008

Solidão amarga

Solidão amarga
autora: Carina F. da Rosa

Acabei nem comendo pizza,
nem fazendo pipoca
e nem vendo filme.
Acabei chorando sozinha
numa noite fria e sem vida
perdi-me, afoguei-me,
sofri e intristeci-me,
com os fatos, conformei-me,
e com a solidão que passou
pelo meu coração, ficou.

Mas quem se importa?

Mas quem se importa?
autora: Carina F. da Rosa

Às vezes, é tão difícil sonhar
Principalmente nesses dias amargos
Em que se acorda
E tudo está mudado
Já não se reconhece mais
O rosto do vizinho, aí do seu lado
E os dias vão passando, rapidamente,
Logo viraremos pó,
Mas quem se importa?

A noite é fria, mas logo
A singela manhã que arrepia
Vem surgindo no horizonte
Que vai se perdendo na minha fronte
Pra nunca mais voltar,
Mas quem se importa?

O gosto doce na minha boca, sinto;
O perfume de flores, distinto;
A cor do mundo, destinge-se;
A vida que preservava, esvai-se;
Mas quem se importa?

Os amigos, deixei;
A família, amei;
Os sonhos, não conquistei;
Os objetivos, vesti;
Os livros, apreendi;
O inimigos, conquistei;
Amor, revoguei;
A casa, reformei;
O carro, comprei;
O computador, utilizei;
Mas quem se importa?
Nada importa mais!

Cinepizza e outras festas mais

Eu marquei para a noite de hoje uma cinepizza, a qual incluía comer pizza vendo filme. Um programa legal pra curtir junto com os amigos. Mas sabe como é que é, sempre dá algum problema. Não com intrigas, é com falta de algumas pessoas, ou melhor, bastante pessoas.
Minha irmã havia perguntado pra mim quantas viriam aqui em casa hoje para o cinepizza. Respondi que viriam só umas cinco pessoas, mais ou menos. Ela me perguntou quantas eu tinha convidado. E respondi que convidei bastantinho. Também comentei que sempre que eu faço alguma coisa só vão três, quatro ou cinco pessoas, por mais que eu convide um batalhão. Mas já nem ligo mais, já estou tão acostumada. E como minha mãe disse, sou persistente, por mais que as coisas dêem errado, estou lá continuando na labuta. Só para requisitos festas. De repente minhas mãe e irmã estejam certas, e eu deveria começar a entrar no ramo de organização de festas, porque sou boa nisso, todo mês faço uma aqui em casa, apesar do fiasco dos convidados não aparecerem, sempre consigo animar a festa.
Da próxima vez vou falar sobre o conformismo. Porque não é do meu feitio me conformar com alguma coisa. E quando falo que estou conformada com tal coisa, pode acreditar, estou MENTINDO DESCARADAMENTE!
Ah! Não posso esquecer também de escrever algumas coisas sobre como é fácil me entender, até eu mesma estou começando a perceber certas coisas muito interessantes sobre mim, através que questionamentos a mim mesma. E estou achando fascinante, é como filosofar sobre si mesmo.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Orgulho&Preconceito

No feriado de Páscoa, minha mãe e eu alugamos alguns filmes. Dentre eles, o filme "Orgulho e Preconceito". É um filme encantador, a qual vale a pena assistir. Achei-o maravilhoso!
Elizabeth, personagem central do filme, lembra-me muito a mim mesma. Ela lê enquanto caminha, rindo no final e com um olhar sonhador assim que termina o livro. Gosta de rir, de caminhar e dançar. Sonhadora, acredita num amor verdadeiro e não em um casamento arranjado.
Ela possui uma beleza rara, assim como Mulan, diferenciando-a de outras mulheres. Uma beleza escondida perante aos olhos, mas que é vista pelo coração. É uma beleza em que poucos apreciam ou tem como a liberdade, o romantismo e o respeito mutuo. Além de uma qualidade impressindível numa pessoa, que se perdeu durante muitos séculos ou que talvez nunca tenha existido ou poucas pessoas a tem, que é a honra.
A personagem também é possuidora da graciosidade e destreza que aumentam ainda mais suas qualidades de mulher, a qual poucos notam, pois somos sutis em nossa beleza interna e que mal pode ser vista aos olhos nus.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Ah, se arrependimento matasse...

Se arrependimento matasse, eu passaria a me arriscaria mais. Tentaria não cometer tantos erros. Pensaria duas vezes antes de cometer qualquer besteira ou loucura. Pediria desculpas depois de uma briga, antes que me arrependesse de ter brigado. Não levaria as coisas tão a sério. Não me incomodaria com o que as pessoas pensam sobre mim. Deixaria todos os meus trabalhos em dia e em ordem pra que possa sobrar tempo pra cuidar de mim mesma e daqueles que amo.
Olharia a humanidade com outros olhos despertando o melhor de cada um. Rezaria mais e com melhor intensidade para que Deus possa me ouvir e atender meu pedido de filha, mesmo que fosse um pedido quase impossível, pelo menos saberia que Ele me escutou. Ajudaria as pessoas a minha volta sem distinção de etnia ou cor ou poder socioeconômico e sem me preocupar em ser aceita e bem recebida por eles ou não.
Jogaria-me de cabeça na vida e viveria cada momento como se fosse o último. Pararia de fazer apenas coisas que me mandam fazer e faria mais coisas que gosto de fazer. Dançaria conforme a música, não me importando o que os outros pensaram de mim. Se pensarem que sou louca, deixem que pensem assim, pelo menos sei que sou feliz e que amo minha vida como ela é.
Andaria na corda bamba pra nunca saber o que vai me acontecer no dia de amanhã para que minha vida não se torne previsível como que se tornando uma grande festa surpresa. Aprenderia a contar piada para deixar a vida dos que me cercam e que amo muito mais alegre e feliz.
Sonharia mais e faria com que os meus sonhos tornassem realidade, não os deixando apenas em meus pensamentos. Amaria mais e diria sem medo o quanto te amo e o quanto desejo estar sempre perto de você, junto contigo a seu lado na alegria e na triste, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza pro resto de minha vida e de minha existência.
Se arrependimento matasse, eu viveria de uma forma totalmente diferente do que vivo hoje. Se arrependimento matasse, provavelmente muitos não estariam vivos neste momento, inclusive a mim.

Carina Freitas da Rosa

domingo, 16 de março de 2008

O mar e o amor

Estava a rever coisas do passado e me lembrando do dia em que estávamos na praia, o dia nublado e o mar agitado. As primeiras gotas de chuva começaram a cair. Quis ir pra casa, mas tu ficaste imóvel, olhando o mar e sentindo a chuva bater sobre o rosto. Fiquei observando-o, e como que adivinhaste meu pensamento olhaste pra mim com um sorriso doce nos lábios me reconfortando como se disseste que estava tudo bem. Ficamos, então, embaixo da chuva, na frente do mar, amando-nos.
Nesse dia descobri a semelhança entre o amor e o mar. O mar é tão profundo e misterioso quanto o amor. Não se sabe aonde eles podem nos levar. Talvez para terras longínquas, talvez para uma baia calma e tranqüila ou até mesmo para grandes tempestades, onde se necessita de boas pessoas para navegar. É difícil saber, sem ao menos experimentar.
O amor é imenso e eterno, assim como o mar. E ambos são cegos e refletores, transformando tudo o que está a sua volta, afetando as pessoas, fazendo-as ver o mundo com outros olhos, de uma forma totalmente diferente e colorida.
O mar nos encanta e contagia, nos traz alegria e ao mesmo tempo tristeza por quem nos machuca, sem saber ou querer. Assim como o amor, com sua beleza e frescor, mas nos amedronta com nossas dúvidas e incertezas de um amanhã que não se sabe o que acometerá, pois podemos cair num redemoinho difícil de sair, acabando de mãos atadas, sem saber o que fazer ou como agir.
Note o quão semelhantes são e o quanto o mar é belo, assim como o nosso amor. Os dois sempre se curvam diante daqueles que esperam para viver na pureza e na sinceridade do amor e do mar.
Estava pensando em nosso amor e lembrei-me do mar.

Carina F. da Rosa

quinta-feira, 13 de março de 2008

Sonhos, objetivos e aspirações para 2008

Todo final e/ou começo de ano pensamos em algumas metas, objetivos, sonhos que queremos realizar nos 365 dias (como esse ano é bissexto 366 dias). Lá vai papel e caneta para anotar tudinho e ao longo do ano tentar realizar ou simplesmente esquecemos na gaveta e quando vemos não realizamos nenhum ou apenas um ou outro. Isso pode parecer deprimente, mas quando fazes um retrocesso de tudo que aconteceu durante o ano inteiro, percebes que apesar de não ter realizado o que tinhas planejado no começo do ano, conquistaste outros igualmente importantes para seu crescimento. Então, não fiques bravo consigo mesmo, quem sabe no próximo ano?
Havia escrito sobre desejos e aspirações, mas não havia se quer mencionado algo que eu desejasse ou aspirasse para o futuro. A minha lista de objetivos para este ano se resume a: terminar de escrever o romance que havia começado faz um bom tempo, publicar meus dois livros de poesia, terminar e publicar o livro de crônicas, trabalhar e aprender a cada dia uma coisa nova. Isso foi o que escrevi numa folhinha de papel, mas também quero pra este ano aprender a fazer molhos (principalmente strogonoff), brownie de chocolate, outros tipos de bolos (além da tradicional nega maluca e do bolo de cenoura).
Apesar de não ter conseguido arranjar um emprego, estou lutando para concretizar os outros objetivos e sonhos. É difícil, porque, às vezes, bate insegurança, preguiça, desanimo. Mas acredito que conseguirei concretizar alguns deles. E é isso que pretendo para este ano. Também estou pensando em outras coisas mais pessoais, mas por enquanto estou apenas investindo, para depois conquistar o coração de um rapaz.

Quem somos nós?

"Quem é o homem? Qual é seu 'papel' no mundo? E que mundo é este?" são algumas das perguntas que a professora de história da arte e da moda fez a nós, em sua aula. É meio constrangedor quando ela faz essas perguntas meio filosóficas, porque não sabemos como responder, temos que pensar mais profundamente, pesquisando no nosso inconsciente. Temos que refletir bastante, mas o tempo é curto. Mas isso é legal, porque nos coloca em posição de criticar, de fazer questionamentos, discutir e abrir nossas mentes para outras questões que nos diferenciarão das outras pessoas.
Voltando as três perguntas, minha equipe e eu ficamos pensando meio que individualmente. A gente não chegou a debater, propriamente dito, que era o objetivo principal, mas conseguimos formar uma opinião em conjunto.
Vou descrever aqui nossa opinião, mas com alguns comentários meus, entre parênteses.
Quem é o homem? O homem é um ser racional (mas nem sempre usa a razão) que possui consciência (apesar de agir sem um pingo de responsabilidade) de si no espaço (mesmo utilizando-se dele para benefício próprio), interagindo com o meio (poluindo, desmatando, devastando e extinguindo a fauna e a flora) em que vive, sendo sociável (matando seu semelhante por apenas cinco reais).
Qual é seu "papel" no mundo? Como um ser social é nosso papel fazer história (mesmo que ela não seja a das boas) e criar cada vez mais invenções ou aperfeiçoar as já existentes para um mundo melhor (o que raramente acontece, porque, nós sabemos muito bem que, muitas descobertas tiveram e dependem de grandes sacrifícios) que no fim se resume em buscar a felicidade (todos a buscam pensando que ela está muito longe, mas na verdade ela está na sua frente, é só parar para vê-la), e que através dessa busca descobrimos, inventamos e deixamos nossa marca no mundo (nem sempre é uma marca boa, mas, também, nem sempre é uma marca ruim).
Que mundo é este? O mundo em que vivemos, somos nós que construímos individualmente que somando atitudes em massa, resulta num todo, a qual chamamos de "lar" (por isso precisamos nos preocupar em cuidar muito bem dele para que possamos viver decentemente e dignamente).

domingo, 9 de março de 2008

Desejos e aspirações, o que dizer sobre isso?

Quando me perguntam sobre meus desejos e aspirações para o futuro, minha mente se apaga, fica completamente em branco. Sabe quando alguém te pergunta algo e momentaneamente não sabes o que responder?
Bom, é justamente o que acontece comigo. Não consigo pensar, em nada mais plausível, que caracterize meus sonhos e aspirações. Acabo sempre respondendo parcialmente ou as pessoas acabam interpretando de forma equívoca. Não sei se é porque não consegui me expressar direito oralmente ou se a pessoa viajou na batatinha legal. O que eu sei é que ocorre uma falha de comunicação e pensamento. O que, às vezes, pode acarretar em um comentário não muito agradável em relação ao que você disse ou escreveu ou desenhou (dependendo da forma como se expressou). É por isso que algumas pessoas não entenderam as obras de Pablo Picasso, mas vejam que agora ele é conhecido mundialmente pelas suas belíssimas obras e talento.
Então, não se desanime se uma única pessoa não te entender ou mais de uma, porque você pode se tornar um gênio em sua área. E tente analisar tudo por um prisma diferente. Como por exemplo, aconteceu comigo. Isso acontece com certa frequência irritante. Mas já me acostumei e vejo tudo de uma forma diferente, interpretando nas entre linhas como se houvesse uma legenda dublando as críticas das pessoas.
Digo tudo isso porque sei como as palavras podem machucar. Já tenho um mecanismo de autodefesa. Um mecanismo, a qual transformam as palavras ruins em boas.
Uma professora minha, a que perguntou sobre desejos e aspirações fez dois comentário à mim que não gostei muito, principalmente que para os outros ela fez comentários agradáveis e bons, menos pra mim. Pode ser mania de perseguição ou sei lá o que você esteja pensando, mas não gostei do comentário, que não foi uma vez só.
Esta eu pensando no que ela disse e traduzi suas palavras para algo mais agradável como uma crítica construtiva. E deu resultado.
Talvez ela queira que eu seja melhor do que isso o que apresentei até agora. Queira abrir meus olhos para ver as coisas por um ângulo diferente. Que desenvolva meu lado sensorial, perceptivo, intuitivo. Talvez ela queira me mostrar que preciso abrir horizontes, que preciso mudar de alguma forma para me tornar uma pessoa melhor e mais forte.
Pelo menos é o que li nas entre linhas. E foi a forma que encontrei para encarar a situação, sem ficar com raiva da professora ou achar que a professora está de marcação comigo (o que muitas pessoas fazem pra justificar seus próprios erros).
Em suma, não importa o que os outros digam, ouse sonhar e não tenha vergonha de seus sonhos (por mais bizarros que possam parecer) e nem de ser feliz.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Trabalho em equipe, e agora?

Ontem na aula de Materiais Expressivos, tivemos que trabalhar com jornal para confeccionar uma roupa diferente, algo novo e inovador. Até aí tudo bem, não tem problema, quero dizer, o problema era como trabalhar com o jornal. Mas tínhamos que vencer o desafio.
Eu estava pensando numa forma de criar um vestido (que foi nossa idéia, da minha equipe e mim) sem aparecer muito remendo com fita adesiva. Mas minha equipe não estava nem aí para a estética. Estava mais preocupada em terminar rápido, fazer rápido e de qualquer jeito. Não sei se eu sou muito psi e perfeccionista ou sei lá o quê. Mas eu estava certa, tanto é que o professor disse bem na nossa cara que estava muito remendado.
Como não queria arranjar problemas e tudo mais fiquei quieta na minha, senão sobraria pra mim, porque sei como é complicado trabalhar em grupo e com pessoas. Pois cada um tem sua opinião diferente, cada um tem seu ponto de vista, ou seja, cada um é cada um. Somos diferentes, pensamos de formas diferentes, senão não existiria a lâmpada, não existiria o computador, não existiria uma porção de coisas se não fossemos diferentes no geral. Na forma de se vestir, no comportamento, no pensamento, entre outros.
Imagina só se todos pensássemos iguais. Aí, quando querias ir pra praia todos no mundo inteiro pensaria em ir na mesma praia. Fraaaaco! Não iria sobrar espaço, nem teria tanto pra tanta gente. Faltaria espaço.
Então, é muito bom a diversidade, até mesmo de pensamentos. Mas devesse saber trabalhar em grupo. Respeitando as opiniões e sugestões dos outros. E parar de sermos egoístas, porque trabalhar em grupo não é trabalhar sozinho, nem de longe é a mesma coisa. Eu sei como é difícil ceder as suas idéias. Mas trabalhar em grupo é isso mesmo. Tem a hora de utilizar as suas idéias e a hora de utilizar a dos outros. E se houver divergência, deve-se entrar num consenso geral. É ou não é justo, isso eu não sei. Mas é melhor agradar a maioria do que um só ou ninguém, não é mesmo?

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Nasci na época errada, será?

Estava dando umas olhadas nas comunidades em que estou participando. Como faço parte de muitas, normalmente desisto de participar de algumas. Foi quando vi uma comunidade em que estava participando, “Nasci na época errada”. E fiquei pensando: “será que realmente nasci na época errada?”. Comecei a ler a descrição da comunidade: “É preciso falar pouco, porque é tudo muito óbvio. Quem é que nunca abriu a janela e desejou não ver mais nada daquilo? Quem é que nunca se inconformou com a metódica vida moderna, resultante de mais erros que acertos? Quem é que nunca se viu frustrado ao ouvir histórias e não participar delas? Quem é que entende o ridículo da nossa geração? Os braços cruzados, a falta de ação, a falta da busca por alma, a troca de tudo por papel? E o mais importante, quem é que vê futuro para essa ‘evolução’ desenfreada e devastadora? Esta comunidade é para quem tem grandeza demais para o vazio dos novos dias. Eu não acredito em remédio para as mentes; mas acredito que os poucos que restam podem fazer espetáculos nesse teatro caindo aos pedaços.”
De certa forma concluí que não nasci na época errada, são apenas as circunstâncias que rondam essa época é que não me agradam nem um pouco. Aliás, não deveriam agradar a ninguém. Talvez nem agrade, realmente. Mas e o que fazemos pra mudar isso? Podemos realmente mudar o curso da história?
Bom, se ninguém tentar nunca saberemos.
Como já dizia William Shakespeare: “Nossas dúvidas são traiçoeiras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar”.
Talvez seja por isso mesmo que nascemos nessa época, para mudarmos alguma coisa. Transformar o modo como venhamos vivendo desde muito tempo atrás. Pois não pense que corrupção, ganância e fome/sede por poder é coisa recente. E também não é só no Brasil que isso acontece, é em todos os países. Só que no Brasil isso passa na televisão, nos outros países, não. Se isso é melhor ou pior, eu não sei, só sei que não adianta criticar o seu quintal sem olhar pra do vizinho, mas também não adianta criticar a o vizinho sem olhar pro seu próprio.
Que filosofia barata esta a minha, que não leva a lugar algum, mas continua na mesma, sem eira nem beira.
Beijos, até a próxima!! ^^

Peixe fora d'água?

Agora as coisas estão começando a entrarem nos eixos pra depois serem bagunçadas novamente. Claro! Como sempre acontece... Não estou reclamando! Quem em sã consciência iria querer ter uma vida toda certinha e tranquila? Penso que seria um pouco monótono demais, não é mesmo?
Bom, é isso aew!
Já escrevi tanto sobre essa semana para as minhas amigas que nem me lembro mais o que rolou de bom pra contar ou de ruim. Engraçado, não? Estou ficando meio esclerosada!
Ah, deixe-me contar como foi meu começo no curso de Design de Moda na Univille. No primeiro dia de aula não teve muita coisa, só uma palestra contando como funciona a instituição e tals. No segundo dia começou as apresentações. Seu nome, se é da cidade, senão dá onde veio, o que gosta, o que não gosta e por que escolheu o curso de design de moda. Essas coisas!
Cada um foi se apresentando. A cada pessoa que passava ia me sentindo cada vez mais fora da casinha, como um peixe fora d'água, porque a maioria tem pais que trabalham no ramo, cresceu no meio de corte e custura e moda, ou tem uma paixão avassaladora, ou fez um curso de moda que o interessou e tals. E eu? O que tinha feito? Por que estava ali? Boa pergunta! Eu gostava, é claro! Mas não fazia roupinhas pras minhas barbeis nem nada parecido. Não cresci vendo meus pais trabalhando no ramo (minha mãe é terapeuta ocupacional e meu pai... bom, ele é de tudo um pouco).
Fiquei me sentindo bem perdida. Daí, eu comecei a pensar e a viajar na minha imaginação em busca de uma resposta plausível do por que eu estar ali, tanto que não estava nem mais escutando o que os outros estavam falando.
Comecei a viajar pelos assuntos que mais gosto. Passando de escrever para atuar, interpretar, sonhar, imaginar, criar... E vi que não estava totalmente fora de rumo. Talvez esteja até mesmo no rumo certo. Já imaginastes eu fazendo os figurinos da Globo?
Eu já pensei nisso!
Cinema é uma das minhas muitas paixões. E não só por atuar. Tem muito mais coisa por trás das câmeras do que nossa vã filosofia. As pessoas podem achar que é fácil produzir um filme. Mas estão redondamente enganados. Tem muitas pessoas, MUITAS MESMO, por trás. Isso a gente pode ver claramente nos DVD's extras, quando se compra DVD duplo. O segundo DVD é só making of (making of é um jargão para um documentário de bastidores que registra em imagem e som o processo de produção, realização e repercussão de um filme, novela, seriado ou produto audiovisual), daí você descobre o mundo do cinema, que é o maior barato! Quero dizer, barato não é, mas é bem divertido! Pelo menos pra quem gosta.
Ou seja, não sou assim nenhum peixinho fora d'água como eu supunha.
Beijos e até a próxima!!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Essa Semana

Essa semana está sendo fogo... Pressão psicológica de todos os lados... Pressão na universidade (por eu ser caloura), pressão em casa (por eu não estar conseguindo arrumar um emprego), pressão de mim mesma (me cobrando para terminar de escrever de uma vez por todas o romance) e fora as pressões sentimentais (que não vou entrar em detalhes).
Aconteceram tantas coisas essa semana. Coisas alegres como eu ter escrito vários capítulos das Aventuras de Godinha&Magricelinha e continuar (mesmo que devagar quase parando) a escrever no meu romance. Além das coisas tristes, a qual não quero falar.
Já comecei essa semana com o pé esquerdo por um lado, e com pé direito por outros.
Terça-feira (dia 19/02), à noite, dormi muito mal pensando nas muitas coisas que me aconteceram durante este dia. Mas ontem faltei a aula, por causa do aniversário da minha vó e acabei esquecendo tudo e dormi SUPER BEM!!! O que achei maravilhoso! Claro, sempre é bom e gostoso dormir bem à noite.
Bom, vamos ver o que acontece hoje. Espero sobreviver a prova de fogo (de ser caloura).
Penso que é só isso que tenho a relatar por hoje.
Beijos e até qualquer dia.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Inicio das Aulas

Ontem voltei pra Joinville de Florianópolis. Na inda foram mais ou menos duas horas de viagem. Mas na volta... Foram duas horas a mais! Quatro horas dentro do carro, num transito enfernal, por causa da ponte do rio Itajaí que está em obras.
Hoje começam minhas aulas. Ai, ai, ai, ai, ai! Que nervoso! Nem sei como eu vou pra Universidade. Penso que terei que ir de ônibus. ¬¬ Mas tudo bem, na primeira semana não tem muita coisa para se levar, então não tem problema. ^^
Vamos ver o que me aguarda esse ano.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Passado, Presente e Futuro

Volto hoje pra Joinville. Volto pra vida real. E amanhã iniciam-se as aulas. Estou bem nervosa! Primeiro dia, ou melhor, primeira noite numa escola nova, curso novo, matérias novas, turma nova, colegas novos, amigos novos. É uma novidade! Mas como ouvi certa vez num filme: "Amigos só são novos por um dia, depois são só pessoas". Então, não importa o quão novo seja, amanhã já não será mais. Que filosofia barata!
Ai, ai! Nem estava com saudades de estudar... Ai, que mentira! Por mais que não queremos estudar, sempre sentimos falta. Falta dos professores, dos colegas, dos amigos, das aulas, das piadas, das risadas... Sentimos falta das coisas passadas, mas desde que elas fiquem no passado, pois ficar remoendo, não é saudável!
Meeeeeeeeu! Já vão se iniciarem as aulas na Universidade e as fotos de formatura ainda nem chegaram. Mas também, arrumar CD de fotos pra 480 alunos, não deve ser uma tarefa muito fácil e ficar catando um por um em cada foto que fora tirada na formatura? Ai, é pra matar!

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Essa semana foi fogo

Estou em Floripa nesse final de semana, pensando na vida. Claro que não foi por isso que vim pra cá, foi por causa da formatura da minha prima Tatiana de está se formando em arquitetura e urbanismo. Mas viajar sempre é bom pra colocar os pensamentos em ordem, além dos sentimentos também. Essa semana foi uma completa maluquice, nunca aconteceu tanta coisa ao mesmo tempo. Coisa que me deixaram feliz, outras que me deixaram triste e outras ainda que me deixaram cabreira... E MUITO cabreira!
Mas, nem sempre de pão vive o homem, não é mesmo? Também precisamos sentir sentimentos não muito agradáveis para aprendermos com eles, assim como aprendemos com os nossos erros ou com os erros dos outros.
Sei que não faz muito sentido tudo que estou escrevendo, mas pra mim faz. Pra alguns amigos também pode fazer, pelo menos aqueles que conto tudo, o que não é muito difícil. Parece que quando abro a boca começo a tagarelar sem parar. Conto tudo. Até os sentimentos mais secretos que deveriam ficar comigo guardados a sete chaves.
Fazer o quê? Acho que esse é o meu jeito. Talvez me diciplinando, eu paro de tagarelar.
Beijos.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Privacidade

Adorei ler no blog do orkut esta frase: "Um homem sábio disse uma vez: 'A privacidade é a condição de ficar sozinho, fora da vista do público e no controle das informações que as outras pessoas têm sobre você'".
Como tinha dito antes, naquela fez em que escrevi coisas que pareceram meio sem necso, mas que pra mim faziam todo o sentido. Bom, era mais ou menos assim (estou me referindo a frase de cima) que eu quis dizer. PRIVACIDADE! As pessoas devem saber quando é hora de parar, o quanto é necessário que alguém saiba de um segredo.
Achei ótimo o orkut ter começado a criar sistema de controle de privacidade para fotos, recados, vídeos, etc. Porque assim nos sentimos mais seguros de utilizá-lo, sem que nossa foto seja indevidamente copiada, transformada e publicada difamando nossa imagem, o que, claro, pode levar a um tremendo processo.

Obaaaaaa...

A papelada do estágio está toda devidamente preenchida e pronta para ser entregue para o colégio. Agora estou procurando emprego, mas está difícil. Muitos dizem que tenho um ótimo currículo, mas sempre que olham que sou menor de dezoito anos... Aí, a coisa complica!
Pena que só faço dezoito anos no final do ano... Isso prejudica um pouco, pelo menos no início de carreira. Mas, tudo bem, ainda estou confiante de que conseguirei alguma coisa.
Enquanto isso, vou me animar pra continuar a escrever minhas histórias. E quem sabe não consigo publicar meu livro no meio do ano?
A história já foi bem bolada, só preciso encaixar uma parte na outra e arrumar alguns detalhes e PRONTO! Parece fácil, né? Mas, definitivamente, não é! É bem complicadinho e difícil, fora que o humor e a empolgação vem e vão quando querem.
Não sei como fazer pra ficar instável o meu humor. É uma coisa estranha, não é mesmo? O humor. Depende muito do ambiente e das pessoas a nossa volta.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Dia Corrido

Gente do céu!!! Vou postar rapidinho que estou cheia de coisas pra fazer e alguns pepinos pra arrumar...
Minha Nossa! Nem acredito no que está acontecendo na minha vida. É de deixar qualquer um maluco. Mas tudo bem. Vou dar um jeito de resolver tudo até domingo.
Desculpem não poder entrar em mais detalhes, mas, às vezes, é melhor contar só parte da história e não ela inteira, porque nunca sabemos quando nosso inimigo (se é que se tem um), pode usar nosso passado pra alguma maldade.
Que nóia a minha, mas "é melhor prevenir do que remediar".

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Um dia triste como hoje

Esse negócio de ter que colocar um título é pura viagem... E se o meu blog for um diário? O que escrevo como título? ¬¬
Bom, não liguem, não... Estou meio... Triste hoje... Ou talvez irritada... Nem sei como estou... Mas estou entre triste e irritada, principalmente com algumas coisas que me aconteceram no decorrer desse dia, ou melhor, dessa semana.
É triste acordar feliz da vida, achando que o dia está perfeito e de repente... Tudo desmorona! O que parece um dia feliz e animado, vira mais uma conspiração para que tudo de errado. Espero que Deus saiba o que está fazendo.
O negócio é o seguinte, eu queria mudar pra de manhã, porque eu estou matriculada no curso de Design de Moda noturno e queria passar pra matutino, mas não deu certo, quero dizer, não fechou turma. E isso não tem problema estudar à noite, mas é que eu queria fazer uma matéria do curso tecnológico de Produção Audiovisual, que também é noturno. E a matéria ia me ajudar um monte, quero dizer, iria me aperfeiçoar na escrita, porque queria fazer língua portuguesa voltada pra roteiro. ¬¬
Bom, agora vou ter que me conformar, eu acho. Só porque alguma coisa não deu certo não quer dizer que o resto não dê certo também, não é verdade?
Tem mais uma coisa me chateando... E dessa vez é uma amiga, o que acaba por me machucar e muito, porque é uma amiga muito, mas muito querida. A gente troca cartinhas, ou pelo menos eu envio cartinhas pra ela. Mas até agora, nada dela responder, o que é meio frustrante. Ainda tenho esperaça de que ela me esponda, porque a esperança é a última que morre. ^^
É isso aí! Minha vida aqui como num livro aberto!
Bjus

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Início

Pelo visto terei que começar tudo novamente, porque o Weblogger pifou de vez. Pelo menos não estou conseguindo acessar o site e nem postar algumas coisas. Quando eu mais preciso, ele me abandona. Que horrível!
Bom, vamos lá então começar um novo. Vou salvar tudo o que já escrevi lá naquele outro em documento de word pra não perder pra sempre. Sei lá, guardar pras futuras gerações? De repente, uma de minhas decendentes possa querer fazer um trabalho sobre mim ou apenas precise fazer um trabalho sobre alguém da família e talvez me escolha como cobaia. Então sempre é bom ter guardado alguma coisa. Lembranças, recordações, memórias, pensamentos seus e também devaneios, o que é muito importante! ^^
Bom, por enquanto é isso! Vou ficar por aqui mesmo.
Beijos, CaH_=]